Nem toda finitude será angustiante

O fim angustia. Uma casa deixada em meio a uma mudança parece sentir seus últimos dias. A sua composição mineral parece chorar. Os móveis deixados pra trás, se falassem, implorariam para seguir.

 

Se essa casa ficar fechada por alguns dias, a umidade irá se apossa, a luz desaparecerá e as trevas dominarão, e com a escuridão predominarão os habitantes desse reino triste.

 

Um namoro desfeito, por mais que pareça ser indiferente para uma parte ou ambas, para sempre uma marca indelével fica. Permanece e de vez em quando aparece para a relembrança.

 

Uma vez conversava com a Dra. Sandra Serrano, especialista em dor, no Hospital do Câncer, e que assistia constantes desenlaces da vida, perguntei: “Doutora, como as pessoas morrem? ”

 

Ela pensou e disse: “Morrem como vivem”. Se alegres, guardam a alegria. Se mal educadas, assim se comportam. Se arrogantes, da mesma forma.”

 

Convivi por anos com grandes vendedores de páginas amarelas. Havia uma senhora em televendas espetacular. Campeã de vendas. Um dia recebi a notícia de que estava internada em estado grave. Era a Dona Raquel. Quando a fui visitar, para minha surpresa estava já no quarto, e não na UTI.

Ao me ver, sorriu, me aproximei e ela sussurrou nos meus ouvidos: “Hoje eu fiz uma grande venda.” Fiquei impressionado e perguntei: “O que foi, Dona Raquel? – pensando que ela estaria tendo alucinações – e então me respondeu baixinho no ouvido: ” Vendi pro médico que não queria morrer na UTI, e que me levasse pro quarto”.

 

Poucos dias após, Dona Raquel faleceu.

As transformações à beira da morte não são muitas, mas acontecem. O perdão, uma declaração de amor, um ato heroico, de amor à humanidade ao próximo, à uma causa.

 

Sistemas também morrem. Poderes antigos, cargos e pessoas dentro deles e com eles. Os últimos dias são terríveis, angustiantes, um verdadeiro inferno em vida.

 

Os amigos desaparecem.  A traição, as armadilhas impensáveis; ninguém mais em quem confiar. O abandono de todos e a ira de muitos. Nessa situação, o ser humano se apega a qualquer esperança indigna para continuar recebendo o que pensa ser oxigênio, mas já não passa de ar putrefato. Se ainda tivesse ele a sabedoria de retalhos dignos, procuraria sair, saber sair, pois até para morrer é preciso encontrar um sentido e um propósito.

 

O poder brasileiro como o conhecemos vive seus últimos dias.

 

Os atormentados se desesperam, lutam para viver e se apegam às próprias correntes de ouro com as quais imaginaram frutificar suas ambições e ruína do caráter.

 

A associação criminosa do Estado com parte da classe empresarial se destruiu a si mesma. Ninguém veio de fora para fazer isso. Não foram as legiões humanistas, ou os iludidos defensores dos pobres e oprimidos, a esquerda ou à direita e muito menos o centro.

 

A delação de dois irmãos Joesley e Wesley Batista, filhos de um açougueiro trabalhador do início da cidade de Brasília, transformados na maior empresa de carnes do planeta e constando no 4° lugar do ranking mundial das empresas de alimentos, foi um míssil nuclear disparado e com uma capacidade destruidora sem antecedentes na história do país; e talvez do próprio mundo, do jeito como ocorreu.

 

Temer tremeu. Da direita se esperava tudo, menos ausência de malícia e insensatez leviana. Da esquerda se esperava integridade e honestidade, e sua vendeta foi a mais suja de todas. Mas, a traição dos delatores foi mortal, ferina e combinada com os seus algozes.

 

“Até tu, Brutus?” disse o imperador Julio Cesar ao ser esfaqueado pelas costas pelo homem de confiança Marcus Junuius Brutus.

 

 

Mas a história é feita do incerto e não do certo. Esses atores já faleceram. Mas ainda como zumbis renegam suas finitudes e teimam em permanecer sob os spotlights da ribalta.

 

Triste fim para aquele que não sabe se terminar.

Angustiante começo para aquele que precisa recomeçar e precisa brotar. Líderes não escolhem, são escolhidos pelos momentos históricos.

 

Mas, todo fim não acontece quando acaba. Costuma ser o resultado de um processo. E aqui vale perguntar, refletir e aprender: Quando começamos a terminar e quais foram as causas do nosso fim?

 

Por que nos surpreendemos sob a tocaia da traição? Do surpreendente fim? Temos esse direito alienante?

 

Os fins são inevitáveis, mas podem ser simplesmente um fim. Ou podem vir a ser uma passagem, um legado, uma eternidade.

 

Só depende de cada um de nós.  Parece existir uma lei acima de todas as leis: a de causa e efeito.

Nem toda finitude será angustiante.

O discurso que eu gostaria que o Presidente da República do Brasil lesse para todos nós

“Povo brasileiro: como líder e Presidente da República do país, preciso com o dever de caráter e da minha responsabilidade, hoje e para toda a história, dizer:

Temos feito grandes obras e avanços no Brasil ao longo da nossa curta história na humanidade. Somos um grande país onde recebemos todas as raças e credos do mundo. Estamos entre as 10 maiores economias do planeta. Construímos um agronegócio com cooperativismo que hoje, além de garantir o abastecimento e segurança alimentar dos brasileiros, exporta excedentes, e alimentamos quase 1 bilhão de pessoas no Globo. Temos muitas coisas boas, mas também temos muitos coisas ruins. Nossa democracia se permitiu corromper numa associação criminosa e escandalosa entre representantes do Estado, dos serviços públicos, da iniciativa privada e de sindicatos.

Quero e devo também não cair no pecado da generalização. Muitos servidores, políticos, sindicalistas e empresários pautam por ética e honestidade.

Precisamos do cumprimento da lei, agora doa a quem doer, veloz e severa. Mas precisamos da mesma forma, para a não destruição da criação empreendedora para os desafios da competitividade global, um novo design estratégico da governança do Estado brasileiro ao lado de todos os seus agentes econômicos, sociais e sustentáveis.

Precisamos imediatamente do resgate do fator número 1, que permitirá todos os outros passos: a confiança.

Por isso e pelo Brasil, independente da verdade dos fatos que a história irá julgar, independente de traições e do jogo das maldades humanas, eu peço desculpas ao povo honesto e íntegro do meu país. Saio da posição de líder da nação para que ela renove a fé em si mesma e na renovação de líderes que venham com um novo modelo e sistema de administração e de uma nova política.

Eu saio. Mas comigo deverão sair todos os atuais líderes dos poderes públicos constituídos. Da mesma forma, os líderes maiores das entidades que representam os setores responsáveis pela grande geração do PIB do país, da iniciativa privada, bem como dos grandes sindicatos de classes trabalhadoras.

A falência não foi de apenas de um órgão. Falimos numa cadeia de órgãos que permitiram que 2% viesse corrompendo 98%. Portanto, que atire a primeira pedra aquele que não tiver pecado. Precisamos de interventores interinos para organizar novas eleições, novas escolhas, novos dirigentes de entidades e associações.

Enfim, a renovação da esperança da confiança e na construção de um novo porvir para este espetacular país o nosso Brasil. Uma junta de governo deve ser criada com homens e mulheres probos representantes do setor empresarial.

Trabalhadores, mídia, setor público, militar, políticos e ONGs. Quero que o meu exemplo seja seguido por todos os brasileiros que erraram, ou que permitiram o erro, ou mesmo que bem intencionados, estavam desprovidos da necessária malícia da arte do líder para manter a vital e fundamental vigilância.

À um novo futuro à um novo e muito mais justo e evoluído país. A uma nação tropical exemplar para todas as futuras gerações. Me desculpem brasileiros. Mas faço deste momento e desta hora a minha hora de coragem.

Todo ser humano é imperfeito, mas juntos é possível criar obras dignas da perfeição. É possível superar. Para que isso possa ser possível eu renuncio.

Que Deus nos ilumine a todos. ” – Presidente da República do Brasil.

 

Esse é o discurso que eu gostaria que o Presidente da República do Brasil lesse para todos nós, e com ele nos salvasse do hospício nacional em que estamos afundados!

Chega! Se continuar assim estamos condenando o brasileiro à loucura incurável! Seria utopia?

13 razões para não perder para o bullying

Aqui constam treze razões para você não perder para o bullying:

1 – Todos carregamos impressões falsas ou verdadeiras de pontos fracos e vulneráveis em cada um de nós, mesmo os mais perfeitos do universo.

 

2 – O bullying iniciado de fora pra dentro de um ser humano sempre advém de uma personalidade doentia ou extremamente acovardada que não representa a maioria dos seres humanos que nos envolvem.

 

3 – O bullying iniciado de dentro pra fora é o mais perverso e terrível de todos, pois nasce da própria mente daquele que se sente alvo, vítima e perseguido. O auto bullying busca e atrai suas afinidades externas, exatamente o mencionado no item 2.

 

4 – As redes sociais amplificam e explodem o efeito do bullying. No passado, ficava restrito a sua classe, sua escola, quarteirão, bairro, e podia ser mais claramente identificado o autor. As relações cara a cara permitiam uma ação e reação de encorajamento. O bullying virtual reúne em velocidade instantânea os amantes do bullying do planeta inteiro ao mesmo tempo. Isso gera uma falsa percepção de que o mundo todo nos odeia.

5 – As famílias, sem querer, podem se tornar o nascedouro dos piores bullyings, instilando dentro das próprias casas os fantasmas de aparentes defeitos humanos dos mais diversos tipos. A vitimização pela covardia, numa casa desencorajada para viver, cria ambientes de vitimização, e isso atrai o bullying exterior.

 

6 – A criação quando é agressiva e de baixa empatia estimula crianças e filhos à prática do bullying como forma de opressão e de maneira a ser percebido e respeitado pela comunidade onde vive.

 

7 – Nos ambientes corporativos do passado o bullying era uma prática quase natural com a exposição dos mais fracos, associando-os a animais, como por exemplo, antas, cágados, mulas, e mesmo nos colégios, o chapéu de burro e as reguadas publicas faziam parte dos “estímulos” daqueles tempos. Hoje o bullying empresarial é muito mais sutil, velado e refinado, e usado nas disputas competitivas por carreiras. E nas organizações, a carta de valores, visão e missão deve estar sempre clara, na mente de todos os colaboradores. Não há possibilidade de êxito numa liderança contemporânea com bullying discreto, mas perverso, autorizado.

 

8 – A melhor forma de enfrentar o bullying significa tomar consciência de suas causas, relativizar isso se for algo real presente em você. No meu caso, uma grave queimadura facial significava uma fonte concreta para o bullying. Portanto, aceitar esse “aspecto” era o primeiro passo. Sim, sou queimado. E dai? Quando perdemos o medo de nós mesmos enfraquecemos o efeito que os agentes do bullying esperam, geramos frustrações neles, então o potencial “defeito” (no meu caso, o rosto queimado) vira uma gigantesca força.

 

9 – A maioria dos medos com bullying não são concretas. Meninas lindas com cabelos encaracolados, alguém as apelida de “meninas Bombril”… Pronto, a moça passa a acreditar que realmente tem. Os famosos 4 olhos dos meninos que usavam óculos, eram para muitos um imenso problema, quando hoje virou até fashion. Até Gisele Bündchen queria mudar o seu lindo nariz antes de se tornar a maior top model do mundo… Imagine?!

 

10 – Fique de olho no seu grupo de amigos, as suas relações humanas são fundamentais para você se proteger e também proteger suas relações contra os tóxicos, as pessoas com índole efetivamente venenosas e malévolas. As pessoas de coragem das nossas relações humanas nos ajudam. Precisamos saber olhar isso e buscar e procurar pessoas e relações humanas saudáveis.

 

11 – Pais, mães, tios, parentes e vizinhos têm enorme responsabilidade na criação e desenvolvimento de um ser humano acovardado e temeroso dos bullyings da vida. Meus pais adotivos jamais permitiram que eu temesse o mundo externo, e apesar de um rosto deformado, dizia minha mãe Dona Rosa, que eu era o príncipe mais lindo do mundo (ela acreditava e acho que eu acreditei rsrsrsrs). E meu pai adotivo Antônio e os tios diziam: “Um grande homem é um homem de grande caráter. Não havia espaço em casa para o bullying.

 

12 – Existe sim uma diferença entre bullying e uma brincadeira ou até uma comparação bem intencionada. Uma leitora dos meus livros me chamou de “Niki Lauda das palestras”. Outros de “O Fantasma da Ópera”. Eu mesmo me chamo da Fera, famoso personagem do filme “A Bela e a Fera”. Isso não é bullying.

 

13 – Esqueça o bullying, detone o bullying. Pense no bullying, mas coloque o foco em sua virtude, na sua obra, no seu trabalho, no seu valor… Ame o sentido evolutivo da sua vida, e deixe o bullying num espelho refratário dessas energias que terminam por retornar, pela lei de causa e efeito aos seus agentes perversos (felizmente a minoria da humanidade).

 

Nem esquerda, nem centro, muito menos direita. Vamos para frente

Não existe mais ambiente de discussões de partidos políticos de esquerda, de direita ou de centro.

Os sensores do século XXI são outros. Os debates de hoje como debatíamos nos anos 70 não passam de “recordar é viver”, utopias falecidas.

Direita, esquerda e centro significam arapucas da estagnação. O partido novo é o que escolhe a frente.

A nova direção: ir pra frente!

Dia mundial do café e da fundação do santos – o time de pelé, time nascido do café

Sexta-feira Santa, além de ser uma data religiosa cristã que relembra crucificação de Jesus Cristo e sua morte no Calvário, também são comemorados o dia mundial do café e a fundação do Santos Futebol Clube – o time de Pelé, time nascido do café.

Nesta sexta-feira e também comemorado o dia mundial do café. E viva o café brasileiro! Hoje, em cada três xícaras de café no planeta, uma é de café brasileiro.

Neste dia também ocorreu o naufrágio do Titanic… e da mesma forma, a fundação do Santos Futebol Clube; e nesse clube jogou Pelé, que surgiu em função da força e do comércio do café na cidade de Santos, em 1914.

Para quem não sabe, os escritórios do café, na famosa rua XV, está a bolsa do café e o museu do café.

A inserção globalizada do café, atuando para o país e para o mundo, significaram introdução de tecnologias e superação, que venceu o tempo e os desafios da cafeicultura, como por exemplo, os ciclos de doenças da ferrugem, que foram vencidas, além da crise e quebras em 1929, onde o Brasil tinha sozinho mais café do que o mundo inteiro poderia consumir.

E agora, vivemos o desafio da agregação de valor, das cápsulas, onde uma saca de café transformada em cápsula vale cerca de dez vezes mais do que a normal.

Outro desafio é o de criar percepção de valor na mente dos consumidores mundiais, assim como o bom trabalho feito pela Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia – EBC.

Temos café, cafeterias, e consumo crescente do café… e um dia isso já esteve ameaçado com informações equivocadas de que o café faria mal para a saúde.

Hoje, o café é sabido como uma bebida que não apenas estimula, não apenas oferece o prazer sensorial, mas que também tem contribuições para prevenção de diversas doenças.

Semana Santa, Sexta-feira Santa, dia mundial do café e dia da fundação do Santos Futebol Clube (um time de futebol originado do melhor do agronegócio brasileiro em 1914). Exatamente do maior porto exportador de café do mundo e dos comerciantes do café.

E ainda temos muito para ganhar com o café, que representa mais de 5 bilhões de dólares na receita brasileira das exportações.

Super Safra mostra agrosuperação da nação brasileira

Super Safra mostra agrosuperação diante da maior crise brasileira de toda história republicana.

Saímos de 187 milhões de toneladas de grãos ano passado para uma colheita de 227 milhões de toneladas neste ano. Isso significa uma irrigação de renda pelo interior brasileiro.

O novo Brasil cresceu imensamente nos últimos 30 anos e cresceu sobre o agronegócio.

Essa foi a maior safra de toda a história brasileira, com a soja atingindo quase o mesmo tamanho da soja americana, e o milho explodindo e pipocando, nessa invenção nacional chamada de Segunda Safra.

Agora pasmem: tudo isso ocorrendo em meio à maior crise brasileira de toda história republicana.

O que isso quer dizer e pode representar para a moral e a estima do povo brasileiro?

Significa que o brasileiro trabalha e empreende e supera, e dentro do agronegócio, uma atividade que não há tempo para parar, pois o trabalho e a tecnologia aplicados falam mais alto do que os governos.

A inserção internacional e o agronegócio que cresce está inserido e globalizado. Em torno de 70%, em média, abastece o mercado interno. Ou seja, alimentamos quase 1 bilhão de pessoas no mundo com o excedente exportável.

Outro ingrediente sensacional do povo brasileiro é a criatividade e a inovação. É um povo que “se vira”.

Me recordo do início da soja no Brasil; poucos acreditavam nessa atividade, e hoje virou o item n°1 das exportações do país.

Me lembro também do início do plantio direto, que foi uma revolução agronômica que também poucos acreditavam, e hoje significa 80% da prática existente.

Da mesma forma, a Segunda Safra, chamada de “Safrinha” – No início era de poucos, hoje são de muitos… e agora vem aí a outra revolução: a Integração Lavoura Pecuária e Floresta – ILPF.

227 milhões de toneladas. Nada de ufanismo, apenas de realismo. Os desafios são imensos no pós-porteira das fazendas, e essa Super Safra vai evidenciar isso.

O caos logístico, o terror burocrático, o desperdício esparramado pelas estradas e pela falta de estruturas de armazenagem, além do custo e de portos carentes de liberdade para evoluir, como o de Santos, também sempre negociado como manobra de jogos político partidários.

Parabéns, povo brasileiro. 227 milhões de toneladas na Safra em meio a tanta notícia desgraçada, essa é real e esperançosa.

Cuidado! O Planeta Terra não é um lugar seguro pra se viver

Um suicídio a cada 45 segundos, mosquitos matando mais do que serial killers, terroristas ou drones, asteroides errantes nos bombardeando incessantes, seres humanos pirados, loucos, alucinados, ego dominados ou id falantes. Como xerifes do condomínio, da cidade, do estado, das nações, e ainda por cima, ganhando as eleições e manipulando corrupções.

Não bote a culpa na tecnologia, nas redes sociais cada vez mais inssociaveis, agressivas, perturbadoras da ordem e da paz, coisa essa não condizente com a vida na terra, ou neste universo errático e errante.

Então tudo isso é bom ou ruim? Sossega, isso simplesmente é a vida real, aquela que você adora idealizar, imaginar, sonhar, mas nunca tomar pra si e beijar, de um beijo na boca da realidade. Curta a insegurança e grandes momentos de infelicidade. Quando deixarmos de temer a natureza e enfrentarmos o mundo, o presente e o futuro com naturalidade, ai sim, encontraremos a explosão da total felicidade: a de estar vivo vivendo aqui e agora, o que não mais nos ilude e sim a doce e infinita realidade.a partir dai sim, você estará devidamente diplomado para criar valor e superar com honra toda e qualquer dor… então vai encontrar o bem, o digno e o real sentido da palavra amor.

Um servidor, o Daniel delatou e a polícia pegou…

Hoje o Brasil e a mídia internacional acordaram nos acordando para mais um escândalo de corrupção, desprezo a ética , crime contra o pais, os consumidores , e os produtores rurais que entregam seus bois, e em grande parte, sob as mais altas exigências, de qualidade do pasto, de meio ambiente e sustentabilidade, de bem estar animal etc… elevadas exigências no dentro da porteira, mas destruídos em parte dos frigoríficos, com podridão, mau caratismo e crime… são criminosos numa conjunção de técnicos, executivos, fiscais e ate dirigentes de sindicatos do frio.

Jogaram no lixo o sistema de inspeção federal. ONDE ESTA E ONDE FOI PARAR O SIF… o SIF… SIFU… ( conclua…)
E agora… como se fala de confiança, como se restabelece a confiança?

Essas pessoas fazem um mal para o Brasil, para a nação e o povo brasileiro. O Brasil como um dos maiores exportadores de carne sofrera consequências gigantescas dessa canalhice… mais uma nessa lavanderia geral de nefastos, onde a cada enxadada pululam minhocas… não as boas minhocas essenciais para a saúde da terra, mas minhocas diabólicas e pestilentas de criminosos ambiciosos escondidos atras da lei, enganando a lei, agredindo a nação.

O agronegócio nacional não precisava disso. Era o que faltava… dirigentes, fiscais, executivos, uma parte da cadeia da carne… agora quem diria… na cadeia mesmo…

Que insensatez… que burrice… que BIG sheet… que SIF…

A hora do agronegócio… em hora de tristeza… vamos tocar o berrante seu moço… a boiada chora…

Quem controla os pensamentos controla a humanidade

Somos o que pensamos. A grande luta humana pertence à guerra pelo domínio dos pensamentos.

Pensa, age, habitua constrói um caráter. Esse poder passa a determinar o filtro pelo qual fica estabelecida a sua visão de mundo, e logo o que VOCÊ passa a ser. Logo quem eu sou? Sou aquilo que penso. Como posso ME descobrir? NÃO É FÁCIL, mas possível. Uma brincadeira, pergunte pra VOCÊ mesmo: como eu penso quando eu penso. No que penso quando penso? Como pensei instantes antes de agir como eu ajo? O que ou quem me faz pensar como eu penso? Simples mas requer muita disciplina e vontade, para descobrir a sua unicidade dentre uma máquina complexa de emissões radioativas pulsantes e intermitentes de insights do pensar, precisamos, ao contrário de nos fecharmos, nos abrirmos. Nada novo. A filosofia existencialista de Camus e Sartre propõem a experienciação profunda, a imersão e o emergir com as descobertas. Nunca ME esqueço do livro A queda de Camus, em Amsterdã ( um dia fui la e também me hospedei no hotel Damrak ). ENTÃO preciso visitar distintas culturas, visões, abertura para o que julgo hoje errado, indiferente, certo, muito certo… vivenciar dialéticas posições. E sempre perguntar para o meu pensamento… e agora como eu penso quando penso?

Deveremos descobrir após profunda busca do quebra CABEÇA da verdade, de que NÃO existe só uma. A verdade gosta de espalhar partículas por todos os cantos. Assim, quem for jogar com ela, a achara ou a perdera, NÃO importa o seu ponto de observação do universo.

Assim, voltamos para nos mesmos. A verdade brotara do nosso núcleo intocável, ou agora multi tocado pelas experienciações as quais nos oferecemos para ver, sentir, ouvir, degustar e tocar… talvez isso deva ser o viver na multiplicidade de vidas que deveríamos viver. (quem disse que temos apenas uma só vida?)

Desconfie da ausência da duvida. Mas saiba que precisamos dela.
Como VOCÊ pensa quando pensa nisso?