Quem sofre mais: belos e belas ou feios e feias?

Quem paga maiores preços perante os espelhos de si mesmos ou nos reflexos das sociedades?

Catherine Deneuve, “La Belle De Jour“ ou “A Bela Da Tarde”, hipnotizadora e belíssima do cinema foi amaldiçoada por ter sido mal interpretada sob essa tsunami de assédios hollywoodianos ao ponderar de que os homens poderiam sim ter uma postura ativa na conquista das mulheres (coisas da moda antiga), mas a turma toda logo associou imaginar que a bela da França estaria autorizando o vil assédio. Catherine se desculpou para aquelas pessoas vítimas da coisa, e enfatizou: “Só me desculpo para essas pessoas…”.

Então, a bela e o belo pagam preços para adentrar no mercado da fama? Sim ou não? E mesmo fora do mercado da fama?

Continue lendo “Quem sofre mais: belos e belas ou feios e feias?”

Quatro pontos para uma Sociedade Civil Organizada

Sociedade Civil Organizada: os quatro pontos para chegarmos a uma síntese:

1° ponto: Onde o agronegócio progride e cresce a qualidade de vida. O PIB per capita de Correntina, no oeste da Bahia, era de quatro mil, duzentos e sessenta e sete reais no ano 2000. Em 2015, foi para trinta e nove mil e trinta e quatro reais.

São Desidério, outra cidade do oeste baiano, em 2000 o PIB per capita registrava quatro mil duzentos e setenta e seis reais, e passou em 2015 para oitenta e três mil, duzentos e trinta e quatro reais.

Temos uma realidade em todo interior brasileiro, acentuado positivamente onde cooperativas bem lideradas estão presentes. Isso é fato, e não mito.

 

2° ponto: Tiago Muniz, jornalista da Rede Jovem Pan, entrevistou o presidente reeleito da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, João Martins, semana passada, com a presença do presidente Michel Temer, em Brasília, e mostrou na fala do Sr. João Martins, uma queixa contra ativistas que atacam o agronegócio. Tiago Muniz ainda ressaltou que nesse discurso o presidente reeleito da CNA não declarou quem são e quais forças seriam essas.

 

Ou seja, organizações fortes e poderosas, como a própria CNA, se consideram vítimas perante fatos concretos da importância do agro no país, cuja população reconhece hoje seu fundamental valor.

Está na hora de saber orquestrar a comunicação, pois a realidade é resultado de percepção, e parar de pôr a culpa nos outros…

3° ponto: Vera Magalhães, outra colunista da Rede Jovem Pan escreveu para o Jornal O Estado de S. Paulo:

“O adiamento da votação da reforma da previdência não mostra só a impossibilidade de o atual congresso desempenhar um papel minimamente responsável…”.

 

O mais assustador é a completa falta de cálculo político, com isso se explica que a história comprova, serem mais reeleitos os que votam em reformas do que aqueles que não votam em reformas. Portanto, são burros ao protelar fazer agora o que precisa ser feito já…

4º ponto: Manuel Castells, estudioso e o profeta das redes, numa entrevista para o jornal O Valor disse: “Entre 60% e 75% dos cidadãos das democracias ocidentais não acreditam que os partidos políticos os representem legitimamente”, e adiciona: “… em situações extremas, como a do Brasil, precisaria de algo que venha da sociedade e não do sistema político, deslegitimado”.

Qual a conclusão e a síntese? Simples…

 

Entidades como a CNA precisam parar de chorar e aprender a se comunicar com a sociedade de forma muito mais consistente, permanente e inteligente, e claro, precisam trazer ao seu lado a Confederação Nacional da Indústria – CNI, a do Comércio, de Finanças,  das Cooperativas e sete as demais.

Sabemos que são doze Confederações Nacionais Empresariais que representam todo o PIB do país, não o governo… são 12 órgãos estruturados da Sociedade Civil Organizada.

Perante as evidências, por quê não se unem para um projeto brasileiro? O agronegócio envolve a todas as doze Confederações Empresariais. Está na hora de assumir a profecia de Manuel Castells. Que nos valha a sensatez da sociedade civil organizada.

 

Desejo menos governo e muito mais Sociedade Civil Organizada em 2018

Feliz natal. Afinal superamos este ano difícil, crítico, e com todas as dificuldades chegamos aqui e agora podemos dizer: “Ufa! Feliz Natal!”.

E o que eu gostaria de pedir ao Papai Noel para os brasileiros?

Não tenho dúvidas: menos governo e muito mais Sociedade Civil Organizada.

Que possamos ter um 2018 de crescimento econômico, de freio na corrupção tenebrosa nacional, de renovação da classe política e de um revigoramento da democracia. Só podemos desejar que, apesar dessa crise, possa nascer um novo Brasil, onde brasileiros íntegros e capazes estejam na governança da nação.

 

Quanto melhor o governo de um país, menos sofrimento e mais empreendedorismo, mais qualidade de vida e felicidades. Mas, tudo seria fácil se não fossem as dificuldades. Logo, não dá para sentar e esperar pelo governo. Não dá para rezar por uma eleição. Simplesmente não dá.

O Poder Executivo faliu, o Poder Legislativo foi junto e vivemos hoje do Poder Judiciário que também apresenta facções.

Carecemos urgentemente do 4º Poder. E qual é? A mídia ao lado da Sociedade Civil Organizada. Significa que as entidades representativas da sociedade precisam se unir e criar projetos para o Brasil.

Esses programas devem ter a orientação econômica, social, educacional e sustentável do país. devem ser apresentados aos candidatos para o exercício dos poderes públicos e significarem linhas fundamentais a serem implementaras por quem quer que seja eleito.

 

 

Uma cidade, um estado ou o nosso Brasil não pode mais ficar submetido exclusivamente aos poderes político-partidários.

A sociedade precisa estar presente, se apresentar com programas e fiscalizar.

Como começar? Muito simples. Começar por aqueles que têm toda a economia em suas mãos, e que ao mesmo tempo sofrem com os equívocos e os desmandos dos governos. Começar com as dez Confederações Nacionais Empresariais.

Se as Confederações da Indústria, Agropecuária, do Comércio, dos Serviços, do Sistema Financeiro, da Saúde, das Cooperativas, do Transporte, do Turismo e da Comunicação Social se orquestrassem reunidas e unidas num projeto, com o Brasil acima de interesses de facções, sem dúvida poderíamos mudar o país.

Não queremos ficarmos mais na expectativa ultrapassada de rezar pela vinda de um iluminado presidente.

Desejo um imenso Feliz Natal de amor, paz fraternidade e evolução ética. Desejo um ano novo de protagonismo, onde eu, você e todos possamos entender definitivamente que também somos governo e que governar não significa apenas ir votar. Governar é muito mais do que isso. Governar é assumir a responsabilidade do 4° Poder.

Somos o 4º Poder. O futuro terá cada vez menos governo, como esses do passado, e cada vez mais Sociedade civil organizada. Que 2018 nos traga essa clarividência.

As melhores do agronegócio 2017 pela Revista Isto É Dinheiro Rural

As Melhores da Dinheiro Rural 2017 apresentou as 500 maiores empresas do agronegócio nesta segunda-feira (27) no evento da Revista Isto É Dinheiro Rural, realizado no Tom Brasil, em São Paulo/SP.

O ranking apontou dentre as 500 maiores do agronegócio no Brasil, oito cooperativas. São elas: Copersucar, Coamo, Tereos, Aurora Alimentos, C. Vale, CHS, Lar, Comigo e Cocamar.

 

As cooperativas agropecuárias brasileiras significam praticamente a metade de tudo o que se produz no país; respondem por cerca de 5 bilhões de dólares de exportações.

Temos no país 1500 cooperativas agropecuárias com mais de 1 milhão de cooperados.

Conversando com os diretores da Coamo, a cooperativa de Campo Mourão/PR, que tem uma receita de 11,5 bilhões de reais, algo muito positivo chamou a atenção, pois tem crescido o número de cooperados, sendo hoje 28 mil, além de contarem com 850 jovens que estão sendo preparados para a liderança e sucessão. Coube a Coamo receber também o prêmio da melhor gestão financeira e eleita como a melhor cooperativa do ano.

Continua sendo genial o cooperativismo, pois 80% dos seus cooperados produzem em áreas de até 100 ha.

 

Dentro das cooperativas, ainda se destacaram a Tereos, na área de cana-de-açúcar, uma cooperativa francesa com ótimo desempenho no país, tendo recebido a medalha de ouro na gestão da cadeia produtiva, ou seja teve preocupação com todos os elos do agronegócio, desde a ciência até o consumidor final.

As cooperativas reunidas atingem mais de 180 bilhões de reais de receita, o que significa 13,5% de todo o PIB do agro, e cresceu 13,5% o seu faturamento em 2016 comparado a 2015 (mesmo em meio a toda crise nacional).

A empresa do ano do agronegócio coube a DSM Tortuga na área da nutrição animal, sal mineral e principalmente vitaminas e tecnologias para o setor da proteína animal, com uma receita de 1,8 bilhão de reais no Brasil, e quase 8 bilhões de euros no mundo.

Outro prêmio foi destinado para a Coopavel, a cooperativa de Cascavel/PR como responsabilidade na cadeia produtiva como um todo, outro exemplo de realização e de liderança no oeste paranaense.

 

As cooperativas são além de claros exemplos de competência de produção e condução de pequenos e médios produtores, um caso extraordinário de estudos como centros educacionais.

Mais do que produzir e administrar o cooperativismo significa educação para a vida capilaridade de dignidade humana.

Não interessam os corruptos, mas sim os NÃO corruptos

Os não corruptos, líderes íntegros com liderança ética nacional, apareçam!

 

Quando as vozes ascensionais e sintrópicas se calam, podemos prever os arranjos da vida pelas vias da natureza. E essas vias nunca erram, mas cobram preços com gigantescas dores.

 

A marcha da insensatez humana já foi descrita e revelada ao longo da história. O destino escolhe sempre o caminho do caos para gerar do seu útero as energias   das novas criações.

Estaria o ser humano a serviço das mesmas leis que regem a natureza, ou temos uma missão distinta no universo?

Pode ser que tenhamos a missão de criar destinos com a sabedoria do conhecimento vivido, processado e compreendido.

No Brasil, neste momento histórico, temos uma ruptura digna de superiores registros. Um desmanche sistêmico provocado de dentro pra fora, muito mais do que tendo inimigos na causa original. Foram os “amigos” descontentes com as partilhas dos assaltos que iniciaram um certo incômodo; incômodo esse que mexeu com as forças jovens do Judiciário, da Polícia Federal. E como resultado disso, apareceram os efeitos de todas as operações.

 

 

Os poderes Legislativo e Executivo estão desmoralizados pela lei da imperfeição humana. O Judiciário se não se cuidar, pode se deixar levar também pelas tentações dos seus egos magistrais.

 

Então, quando um general do alto comando do exército se pronuncia perante a trágica comédia farsante nacional, gera um brutal incômodo em todas as vozes, gritando uníssonas: “Golpe militar não!”

 

Concordo, mas cobro. Cadê as vozes honestas, probas, com posições de poder influenciar nos destinos da nação? Onde estão? Caladas, acovardadas, ou precisando conquistar o ponto mais alto da colina para se fazerem ouvir?

 

Cobro, por exemplo, a presença e o protagonismo das dez Confederações Empresariais Brasileiras. São dez presidentes e dez poderosas organizações. Esses formalmente constituídos da sociedade civil organizada e que têm agora um dever maior do que o da defesa exclusiva dos interesses específicos dos seus macrosetores. Precisariam se reunir e oferecer ao país projetos  e uma voz alternativa de co-governança do Brasil.

 

Mas, eles não representam toda a sociedade! Mas, são um generoso e substancial começo, pois todo PIB não passa pelas suas mãos. A geração de empregos, a inovação, a produtividade, e ainda a necessária orquestração de cadeias produtivas de valor, perpassando necessariamente, à todas elas.

 

Não me interessam os corruptos, pois isso fica por conta das regras da lei, da polícia e das instituições que funcionam para esse fim. Me interessa saber dos não corruptos, das vozes e das mãos daqueles que podem subjugar as desgraças entrópicas armadas pelas redes cruéis dos destinos históricos.

 

Corruptos, canalhas e criminosos sempre existiram e sempre existirão. A diferença está em quem pode gritar mais alto. E nesse jogo de vozes, de gritos, posso dizer: se você calar o grito dos íntegros atrás da porta, pagará o preço dando vidas de gerações em troca”.

 

A diferença entre a essência e a aparência está na ciência, e com a ciência, e além da ciência, reside o reino das percepções humanas. Não existe realidade que não seja aquilo que percebemos dela mesma. Sonhos e ilusões são palavras parecidas, mas que guardam uma distância abissal entre ambas.

 

Ilusão é o engano dos sentidos e da mente.

 

Sonho é o desejo ardente e veemente. Mas, como separar? Simples: ilusão é o que a realidade faz conosco enquanto nos iludimos e sonho é o que fazemos com a realidade enquanto sonhamos.

 

Viva o sonho, a nação brasileira não corrupta, pois é muito maior do que a outra!

 

Há uma crise de lideranças no Brasil

 

Há uma crise de lideranças no Brasil

 

Fácil explicar: quem hoje está no comando das empresas, academias e instituições é a GBSF – Geração dos bem-sucedidos e Famosos!

 

Não foram educados para serem líderes de uma sociedade ou do país. Liderança dói!

E limiar de dor ampliada dói mais ainda.

 

Guerreiros não nascem prontos!