(SÃO PAULO) Conforme prometi hoje de manhã, queria escrever sobre o segundo posto na Renault, ainda vago para 2010. Sabe-se que o time francês contratou Robert Kubica, piloto respeitado pelo talento e a pouca idade. Pode gerar bom retorno à equipe.
Mas quem será seu companheiro? Não faço a menor ideia, até porque nem mesmo a Renault decidiu seu futuro. Porém, ontem reuni algumas informações sobre o que se passa neste momento nas reuniões do time para definir a dupla de equipe.
A filosofia mais forte é encontrar um piloto experiente, mesmo que não brilhante, para estar ao lado do polonês. Existem três profissionais com os quais a cúpula conversa: Heikki Kovalainen, Timo Glock e Nick Heidfeld. Ficaria surpreso em ver o último. Não que ache Nick ruim, muito pelo contrário. Sou mais ele do que Kova, por exemplo. Mas a dupla feita em três anos com Kubica não foi das mais amistosas.
Dos mais novos, o nome mais comentado é o de Lucas di Grassi. Isso porque o brasileiro, apesar de estreante, reúne boa bagagem. O brasileiro passará por dois dias de testes em Jerez de la Frontera. E só após isso, se for dispensado, poderá pensar em algo diferente, como a Manor. Falta pouco para que Romain Grosjean perca qualquer chance de defender a equipe em 2010.
Uma coisa também é certa. Mesmo que manifeste sempre a intenção de ficar na F-1, a Renault tem o nome na lista dos times que podem “desaparecer”. E sobre isso, também escreverei depois.

