(VALÊNCIA) Bom dia pessoal! O Grande Prêmio da Europa foi inesquecível. Pelo menos para mim. A prova começou assustadora, pois Sebastian Vettel abria quase dois segundos por volta em relação a Lewis Hamilton.
Em determinado momento na transmissão da Jovem Pan, após as primeiras paradas, comentei que o alemão poderia conseguir o Grand Chelem, quando se obtém pole, melhor volta e vitória de ponta a ponta. É muito raro isso acontecer nos dias de hoje, e para que aconteça é necessário um domínio absurdo.
No entanto, um pouco antes da metade da corrida aconteceu algo que mostra o que é a Fórmula 1. Uma batida sem qualquer representatividade na prova, entre uma Caterham e uma Toro Rosso, mudou a corrida. Resultado: safety car na pista e todos colados de novo. As cartas ainda estavam na mesa.
Daí por diante foi um show, um filme bem feito que reúne mistério, suspense, ação, drama e emoção. Fantástico!
A vitória de Fernando Alonso foi incrível. O espanhol é um cara acima da média e que merece um texto especial nos próximos dias (se tudo der certo, amanhã mesmo). Sua comemoração foi emocionante e a apoteose após a prova provocou, ao menos para mim, uma sensação de estar testemunhando um dos episódios esportivos mais intensos dos últimos anos nas pistas da categoria.
Poderia escrever várias e várias linhas sobre inúmeros personagens. Era até difícil saber por onde começar o trabalho ontem. Foram tantos os focos que era impossível conseguir o foco pessoal de “vou abrir o texto assim ou assado”. Tentem escrever em algumas linhas a corrida. É impossível! Imaginem uma reportagem de um minuto e meio no Jornal Nacional. Como contar a prova? Esquece, não dá!
Por isso, nos próximos dias, escreverei sobre alguns temas variados que essa prova levantou.
Curtiram a corrida? Sensacional não?


