Todo jogador tem direito de escolher seu clube

vagner-loveQuando o jogador quer sair, sai. O profissional tem direito de escolher onde quer trabalhar, desde que cumpra seu contrato, ou pague a multa para sair antes de cumprí-lo. Quando dizem que um clube está “assediando” jogador de outro clube, pode ter certeza que é o jogador que está querendo sair, ou ele está valorizando o passe para melhorar o contrato.

Não há nada de errado ter interesse no jogador de outro clube. Claro que é anti-ético ficar ligando para jogador com contrato vigente, mas não é assim que funciona. Não é o clube que procura. É o empresário que oferece. Enquanto o jogador bajula a torcida, dizendo que ama o clube, o empresário está no mercado, falando no telefone, avaliando possibilidades e propostas.

A solução é fazer um contrato bem feito. Mas aí tem que pagar bem.

Não se iluda. Muitas vezes, os diretores estão jogando para torcida. No fundo, precisam vender para fazer caixa e sabem que jogador insatisfeito não vale a pena. Assim como os mais ricos contratam dos menores, os clubes da Europa contratam dos brasileiros. É uma questão de mercado e poder financeiro.

Portanto, este papo de “assédio” é chororô.

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