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Comparado a Kaká e Dunga em Toulon, Rodrigo Caio está cada vez mais longe do São Paulo

Comparado a Kaká e Dunga em Toulon, Rodrigo Caio está cada vez mais longe do São Paulo

Rodrigo Caio está cada vez mais distante do Morumbi na próxima temporada. O jogador tinha conversas com o Barcelona e chegou a fazer exames médicos para assinar contrato, mas as conversas esfriaram após o time espanhol anunciar o acerto com o colombiano Jeison Murillo, do Valencia. No momento, o São Paulo e o staff do zagueiro procuram interessados.

Formado no São Paulo, Rodrigo Caio está no clube há oito anos e a visão da diretoria do clube e até mesmo de pessoas ligadas ao jogador é de que chegou o momento de ele sair. Para a torcida, o atleta é símbolo de azar, uma geração perdedora. Acho um erro. Bom jogador, se encaixa em qualquer plantel com facilidade. No ano passado, ele perdeu bastante espaço e chegou a ficar no banco de reservas.

Rodrigo Caio tenta deixar o São Paulo desde 2015. Na época, ele chegou a fazer exames médicos para defender o Valencia e foi reprovado nos testes. Meses depois, teve uma oferta do Atlético de Madrid, entretanto, as conversas não evoluíram.

Neste ano, pouco antes da Copa do Mundo, ele recebeu uma oferta do Real Sociedad, mas recusou por entender que a saída do São Paulo o deixaria mais distante de uma vaga para a Copa do Mundo. Zenit, futebol francês também tentaram a sorte mas não levaram. 

Embora a prioridade de Rodrigo Caio seja atuar no exterior, clubes nacionais monitoram a situação. 

Se na zaga Rodrigo Caio foi contestado, no meio-campo da seleção ele foi elogiado no passado, na sub-21. No importante Torneio de Toulon, 2014, a mais tradicional competição de base do futebol, o jogador tricolor não apenas conquistou o título com o time olímpico do Brasil como foi eleito o melhor atleta do torneio. Comparações com estilo e biotipo. O jornal inglês Daily Mirror fez muitos elogios comparando Rodrigo como se fosse uma mistura de Kaká, outro jogador revelado no clube do Morumbi, e o estilo de jogo ao de Dunga, capitão do tetra pela Seleção em 1994.

Um jogador assim não pode ter virado uma “porcaria” ou “cabela dura” de uma hora pra outra. Eu, teria um pouco mais de paciência e carinho com esse jogador.