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São Paulo fica mais com a bola e busca ajustes

O São Paulo de André Jardine gosta mais da bola do que o time de Aguirre. Não estou avaliando o que é melhor, apenas constatando que a maneira de pensar o jogo é diferente entre os dois técnicos.

Independente da ideia de jogo, o time deve corrigir os problemas que aparecem.

No início do jogo, o São Paulo sofreu com os contra-ataques. Com a marcação mais adiantada, esse é um risco, ainda mais em um time que busca uma nova maneira de jogar. O problema foi corrigido ainda durante a primeira etapa com uma marcação mais agressiva no adversário que tem a bola.

Outra questão a ser resolvida é a agressividade, desafio comum para um time que gosta de ter a bola, muitas vezes a posse não é traduzida em finalizações. Alternativas só serão encontradas com o tempo.

Também é necessário dosar o fôlego. O estilo de jogo exige muito fisicamente e nos minutos finais o time sentiu.

Gosto do estilo de Jardine, com tempo pode fazer coisa boa, mas por incrível que pareça é um recomeço de trabalho já no final do campeonato. O tempo é precioso para qualquer ideia e o São Paulo não tem dado esse tempo para os profissionais que passaram pelo clube nos últimos anos.