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Brasil x República Tcheca

O primeiro tempo terminou com vitória justa dos tchecos. A seleção da casa conseguiu impor seu ritmo no jogo. Pressão no jogador que tem a bola, acelerando o tempo inteiro.

Tite trocou Arthur por Allan. O jogador do Napoli infiltra e aparece na área pra finalizar, característica importante, mas sem Arthur o time perdeu a posse de bola, não teve controle do jogo.

Nos outros jogos, o time tinha posse e não conseguia agredir, desta vez era diferente, o Brasil não tinha nem o controle e nem a posse de bola no campo de ataque.

A República Tcheca voltou mais recuada pro segundo tempo e naturalmente o Brasil passou a ter bola no ataque. O desafio seria encontrar espaço pra finalizar, mas os tchecos deram o presente e o empate chegou com Firmino.

Com a postura mais recuada do adversário, Tite testou a equipe com dois pontas rápidos e dribladores, Everton e David Neres.

Os dois entraram bem e com personalidade. David Neres perdeu uma boa chance, mas deu a assistência para o gol da virada de Gabriel Jesus, depois de receber ótimo passe de Danilo.

Amistoso é treino e serviu muito bem pra isso. O primeiro tempo em Praga foi o momento mais difícil da seleção após a Copa, sofreu quando foi pressionada na parte física, mas ficou claro que Allan é muito útil na infiltração, que Arthur é fundamental no controle do jogo e que os jogadores rápidos pelo lado são necessários.