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João Doria e o agronegócio – bons caminhos

João Doria e o agronegócio – bons caminhos

Como na lenda, quem desatasse o nó deixado pelo rei górdio da Frígia, que não deixou herdeiro, seria o novo rei. Alexandre, o Grande, por ali passando, puxou a espada e o nó górdio desatou.

Então, saindo da lenda e chegando no Brasil, tenho visto o país dominado pela corte de Brasília, e todos se voltando de joelhos para o único local que não gera riqueza, apenas despesa. E ali, com todos os seus conflitos, dos quais 80% deles são inúteis. Brasília é o nó górdio do país.

Mas, como temos dito, para o país crescer minimamente 4% ao ano, e em 2024 aumentar em 20% o total do seu Produto Interno Bruto, o PIB, necessitaremos obviamente fazer o dobro do que fazemos hoje com o nosso agronegócio.

Enquanto o nó górdio de Brasília se enrosca nas próximas guerras das burocracias ideológicas, com as justas exceções dos bem intencionados e capacitados, é preciso reconhecer atos de inteligência e de empreendedorismo por parte do novo Governo de São Paulo.

Com certeza João Doria, bem assessorado, está não apenas com discurso, mas com atitudes de um CEO. De um presidente de uma mega empresa, como o Estado de São Paulo, e de olho num dos seus eixos mais significativos, o agronegócio, começa a ser um dos poucos líderes políticos que está falando em metas, faturamento e crescimento dos negócios, o que significa crescimento econômico, além de extirpar os incompetentes do Porto de Santos.

O Governo de São Paulo cortou 18% do ICMS da hortifruticultura minimamente processada. E busca negócios. Em Davos, na Suíça, encontrou investidores, e apresentou um potencial negócio novo para o estado de São Paulo na área de celulose, com uso de alta tecnologia, com florestas plantadas no estado e com consequências positivas sob efeito de uma gestão sustentável, com empregos e abordando tudo o que vem junto com essa agroindústria nas cidades do interior: comércio, serviços, escolas… o agronegócio gerando a agrossociedade.

O nó górdio de Brasília não será desmanchado por Brasília, infelizmente. Mas por outros, com visões fora da caixa. Visões de empreendedorismo, geradores de novos negócios dentro das exigências atuais de sustentabilidade.

Agroindústria. Cooperativismo. Cadeias produtivas do agronegócio, produtores com planejamento e seguro, logística… precisamos dobrar o agronacional para um PIB do país minimamente necessário de mais 20% até 2024.

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