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Dirigente de associação do agronegócio fala sobre o Código Florestal

Dirigente de associação do agronegócio fala sobre o Código Florestal

Onde por miopia ou egoísmo, alguns, ao invés de concentrarem seus pensamentos em como dobrar o agro brasileiro em 5 anos, incluindo nisso a agroindústria com agregação de valor, e uma revolução em logística com planejamento que de segurança ao produtor, ficam olhando para o Código Florestal Brasileiro e suas reservas ambientais.

A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) não concorda de forma alguma com as ideias horripilantes de revogar ou alterar a proteção sobre unidades de conservação.

O diretor executivo da Abag, Luiz Cornacchioni considera que mexer nesse Código Florestal é um retrocesso.

Me recordo bem de quantas idas e vindas, sob a condução do relator Aldo Rebelo, tivemos para chegar ao atual Código. O Código é moderno. Assumimos compromissos internacionais sobre isso.

E nesse sentido, concordo integralmente com Luiz Cornacchioni, quando ele afirma que não está certo em benefício de alguns ruralistas prejudicar bons produtores rurais que implementam as regras do Código Florestal.

Hoje já temos cerca de quatro milhões e 300 mil produtores cadastrados no cadastro ambiental. Um importante ativo para todas as políticas públicas do país.

O Brasil tem uma excelente lei, exemplo para o planeta todo. E este país, que é o único que tem nome de árvore no mundo, pode fazer desse patrimônio da produção com sustentabilidade e responsabilidade social.

O maior ponto de apoio para nos próximos 20 anos é dobrarmos de tamanho o PIB nacional, e nos próximos 5 anos dobrarmos o nosso agronegócio, objetivando US$ 1 trilhão de dólares na soma de todas as cadeias produtivas, do antes, dentro e pós-porteira das fazendas.

O uso da terra e o código ambiental só tem um caminho: aplicar a lei, com justiça e velocidade onde ela ainda não chegou. E que o incômodo da lei faça os incomodados se mudarem.

E de resto? Fazer como a ministra da Agricultura Tereza Cristina está fazendo agora: saindo para vender lá na Ásia. Vendas: a mais nobre e antiga profissão da humanidade.

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