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Mídia zero para criminoso político condenado

Mídia zero para criminoso político condenado
Montagem: Catherine Pestl
Montagem: Catherine Pestl

 

Dar mídia para criminoso político condenado significa creditar ao mesmo um patrimônio considerável como ativo mediático.

Se computarmos os minutos mensais concedidos a determinados nomes políticos e se os considerássemos como marcas, não haveria nenhuma empresa anunciante no país, com uma verba possível de os igualar.

A estratégia existente, por exemplo, no recente caso do desembargador plantonista envolvendo condenado do PT, está totalmente vinculada à conquista de mídia vasta, abundante e gratuita.

Na Inglaterra, uma das fórmulas utilizadas para o combate aos hooligans foi a determinação dos veículos não oferecerem nenhuma exposição aos seus atos.

Mídia zero para criminosos políticos já condenados significaria a maior dentre todas as punições existentes.

“Falem bem ou mal, mas falem de mim”. Velhíssimo ditado da sabedoria das malícias populares.

Parem de falar, comentar, e dar mídia para condenados políticos por crimes nada políticos. Por crimes de corrupção efetiva, roubo e desonestidade intelectual.

Vivemos uma impressionante liberdade democrática no Brasil contemporâneo. Ignorar o poder dos traumas virtuais e dos poderes mediáticos é ingenuidade. Responsabilidade com os impactos das percepções é o dever de educadores e comunicadores.

Touradas existem porque o touro foca no pano do toureiro,  não no toureiro.

Cuidado. Estamos colocando o foco do brasileiro nos panos, nas capas dos toureiros e não no legitimo alvo a ser focado.

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