O Brasil tem potenciais gigantescos para crescimento

A ordem do Presidente Jair Bolsonaro é de enxugar, cortar despesas e depois ver onde o Brasil pode crescer.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, deu posse aos novos presidentes do Banco do Brasil, Caixa Econômica e BNDES, com a ordem de passar a fazer bem-feito o que deve ser feito.

Isso significa não usar a máquina estatal de crédito para fins políticos e de beneficiar amigos do poder.

O presidente disse: “Com certeza entendo mais de política do que Paulo Guedes, e com certeza Paulo Guedes entende muito mais de economia do que eu“… então, é hora de trabalhar.

Enquanto isso, há falta de chuvas nas zonas brasileiras produtoras de grãos, e na Argentina o contrário, o excesso de chuvas estão apontando para uma diminuição na expectativa das colheitas de soja e milho na América do Sul.

Os americanos se reunirão na semana próxima com os chineses para debater a guerra das tarifas. Os preços da soja e do milho cresceram, porém no Brasil, com a baixa do dólar, uma coisa termina compensando a outra.

Então voltamos aos fatores controláveis.

O Brasil tem potenciais gigantescos para crescimento. O nortão do Mato Grosso, Matupá, como centro dessa agrossociedade, é um dos ótimos exemplos. Podemos ali triplicar a produção, integrar pecuária de corte, leite, grãos e investir em inovação com sustentabilidade.

Mas o que trava essa possibilidade veloz de crescimento? Exatamente o invisível que não se vê, mas que conta e torna visível a dificuldade que se vê.

Faltam as estradas, falta a regularização fundiária, a agilidade na titularização de terras. Sem isso, o crédito não pode ser distribuído. E como afirma o presidente do Sindicato Rural de Matupá, José Luiz Fidelis: “Há agora uma renovação das esperanças, que os novos gestores estaduais e federais agilizem isso”, e conclui: “É hora de acreditar no futuro desse lugar, o nortão do Mato Grosso”.

Matupá abrirá o ano nos dias 17 e 18 de janeiro com o Tecno Safra Nortão, um grande evento reunindo lideranças do país inteiro.

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