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O poder empreendedor precisa governar o Brasil

O poder empreendedor precisa governar o Brasil

O empreendedorismo foi recentemente tema do Seminário Mitos e Fatos da rede Jovem Pan, e dentre os subtemas, havia um com o título: “Por que a livre iniciativa é o caminho para uma sociedade mais próspera?”.

Hoje, no Brasil, o setor mais próspero é o agronegócio. Mas, o que vem a ser o agronegócio?

Uma conjugação de construção de valores a partir da agropecuária, no caso brasileiro, tropical, só foi possível graças ao empreendedorismo.

O agronegócio brasileiro é o resultado do empreendedorismo, e leia-se nesse empreendedorismo pessoas no setor da pesquisa, ciência, e educação. Por exemplo, temos a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) dentre as 4 melhores instituições educadoras de ciências agrárias do mundo, o empreendedorismo brasileiro criou riqueza onde não havia nada, e fomos para o Brasil central, para as novas fronteiras com recursos humanos de muita coragem e ousadia. Basta olhar para o próprio Ministro da Agricultura Blairo Maggi, e ver a história do seu pai, e ali o veremos jovem num vídeo dizendo que podemos fazer o Brasil e que não dependemos de Brasília.

O empreendedorismo no cooperativismo do Brasil criou agroindústrias com sustentabilidade intensiva, e agora nas campanhas políticas temos um festival de besteiras que assolam o país, uma reedição do Febeapá, do eterno Stanislaw Ponte Preta.

Tem candidato falando que vai quebrar o cartel dos bancos e vai chamar a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil como se fossem os bancos os culpados pelos desvarios dos gastos do governo.

Bastaria olhar países como a Alemanha, por exemplo, e ver que se desejamos colocar forças de mercado competindo com os bancos, isso significa o cooperativismo de crédito, que ainda é pequeno no Brasil, mas forte em áreas do interior… e crescendo a dois dígitos. Empreendedorismo de base no setor financeiro é o cooperativismo bancário.

Da mesma forma, existem ideias tontas e legítimas besteiras que assolam o país em propostas como tributar a exportação de produtos da agropecuária, como se isso fosse permitir que nossa indústria progredisse, outra imbecilidade que pode destruir o que progride.

O empreendedorismo com o cooperativismo tem sido uma realidade concreta que explica o progresso do agronegócio brasileiro, e o que falta mesmo em toda essa discussão política é uma convocação, uma chamada para o papel da sociedade responsável empreendedora, que deveria estar organizada e reunida, minimamente via as suas confederações nacionais empresariais, num foro de emergência de crise, pois o que vivemos no plano do país para o próximo governo exige uma central de crise, e essa lucidez não sairá das disputas e dos partidos políticos e muito menos como resultado das eleições.

Está na hora dos empreendedores e de suas entidades aparecerem para o jogo.

Agronegócio, um exemplo vivo do empreendedorismo e cooperativismo, muito além do político partidarismo.

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