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13 razões para não perder para o bullying

13 razões para não perder para o bullying

Aqui constam treze razões para você não perder para o bullying:

1 – Todos carregamos impressões falsas ou verdadeiras de pontos fracos e vulneráveis em cada um de nós, mesmo os mais perfeitos do universo.

 

2 – O bullying iniciado de fora pra dentro de um ser humano sempre advém de uma personalidade doentia ou extremamente acovardada que não representa a maioria dos seres humanos que nos envolvem.

 

3 – O bullying iniciado de dentro pra fora é o mais perverso e terrível de todos, pois nasce da própria mente daquele que se sente alvo, vítima e perseguido. O auto bullying busca e atrai suas afinidades externas, exatamente o mencionado no item 2.

 

4 – As redes sociais amplificam e explodem o efeito do bullying. No passado, ficava restrito a sua classe, sua escola, quarteirão, bairro, e podia ser mais claramente identificado o autor. As relações cara a cara permitiam uma ação e reação de encorajamento. O bullying virtual reúne em velocidade instantânea os amantes do bullying do planeta inteiro ao mesmo tempo. Isso gera uma falsa percepção de que o mundo todo nos odeia.

5 – As famílias, sem querer, podem se tornar o nascedouro dos piores bullyings, instilando dentro das próprias casas os fantasmas de aparentes defeitos humanos dos mais diversos tipos. A vitimização pela covardia, numa casa desencorajada para viver, cria ambientes de vitimização, e isso atrai o bullying exterior.

 

6 – A criação quando é agressiva e de baixa empatia estimula crianças e filhos à prática do bullying como forma de opressão e de maneira a ser percebido e respeitado pela comunidade onde vive.

 

7 – Nos ambientes corporativos do passado o bullying era uma prática quase natural com a exposição dos mais fracos, associando-os a animais, como por exemplo, antas, cágados, mulas, e mesmo nos colégios, o chapéu de burro e as reguadas publicas faziam parte dos “estímulos” daqueles tempos. Hoje o bullying empresarial é muito mais sutil, velado e refinado, e usado nas disputas competitivas por carreiras. E nas organizações, a carta de valores, visão e missão deve estar sempre clara, na mente de todos os colaboradores. Não há possibilidade de êxito numa liderança contemporânea com bullying discreto, mas perverso, autorizado.

 

8 – A melhor forma de enfrentar o bullying significa tomar consciência de suas causas, relativizar isso se for algo real presente em você. No meu caso, uma grave queimadura facial significava uma fonte concreta para o bullying. Portanto, aceitar esse “aspecto” era o primeiro passo. Sim, sou queimado. E dai? Quando perdemos o medo de nós mesmos enfraquecemos o efeito que os agentes do bullying esperam, geramos frustrações neles, então o potencial “defeito” (no meu caso, o rosto queimado) vira uma gigantesca força.

 

9 – A maioria dos medos com bullying não são concretas. Meninas lindas com cabelos encaracolados, alguém as apelida de “meninas Bombril”… Pronto, a moça passa a acreditar que realmente tem. Os famosos 4 olhos dos meninos que usavam óculos, eram para muitos um imenso problema, quando hoje virou até fashion. Até Gisele Bündchen queria mudar o seu lindo nariz antes de se tornar a maior top model do mundo… Imagine?!

 

10 – Fique de olho no seu grupo de amigos, as suas relações humanas são fundamentais para você se proteger e também proteger suas relações contra os tóxicos, as pessoas com índole efetivamente venenosas e malévolas. As pessoas de coragem das nossas relações humanas nos ajudam. Precisamos saber olhar isso e buscar e procurar pessoas e relações humanas saudáveis.

 

11 – Pais, mães, tios, parentes e vizinhos têm enorme responsabilidade na criação e desenvolvimento de um ser humano acovardado e temeroso dos bullyings da vida. Meus pais adotivos jamais permitiram que eu temesse o mundo externo, e apesar de um rosto deformado, dizia minha mãe Dona Rosa, que eu era o príncipe mais lindo do mundo (ela acreditava e acho que eu acreditei rsrsrsrs). E meu pai adotivo Antônio e os tios diziam: “Um grande homem é um homem de grande caráter. Não havia espaço em casa para o bullying.

 

12 – Existe sim uma diferença entre bullying e uma brincadeira ou até uma comparação bem intencionada. Uma leitora dos meus livros me chamou de “Niki Lauda das palestras”. Outros de “O Fantasma da Ópera”. Eu mesmo me chamo da Fera, famoso personagem do filme “A Bela e a Fera”. Isso não é bullying.

 

13 – Esqueça o bullying, detone o bullying. Pense no bullying, mas coloque o foco em sua virtude, na sua obra, no seu trabalho, no seu valor… Ame o sentido evolutivo da sua vida, e deixe o bullying num espelho refratário dessas energias que terminam por retornar, pela lei de causa e efeito aos seus agentes perversos (felizmente a minoria da humanidade).

 

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