Mídia zero para criminoso político condenado

Montagem: Catherine Pestl

 

Dar mídia para criminoso político condenado significa creditar ao mesmo um patrimônio considerável como ativo mediático.

Se computarmos os minutos mensais concedidos a determinados nomes políticos e se os considerássemos como marcas, não haveria nenhuma empresa anunciante no país, com uma verba possível de os igualar.

A estratégia existente, por exemplo, no recente caso do desembargador plantonista envolvendo condenado do PT, está totalmente vinculada à conquista de mídia vasta, abundante e gratuita.

Na Inglaterra, uma das fórmulas utilizadas para o combate aos hooligans foi a determinação dos veículos não oferecerem nenhuma exposição aos seus atos.

Mídia zero para criminosos políticos já condenados significaria a maior dentre todas as punições existentes.

“Falem bem ou mal, mas falem de mim”. Velhíssimo ditado da sabedoria das malícias populares.

Parem de falar, comentar, e dar mídia para condenados políticos por crimes nada políticos. Por crimes de corrupção efetiva, roubo e desonestidade intelectual.

Vivemos uma impressionante liberdade democrática no Brasil contemporâneo. Ignorar o poder dos traumas virtuais e dos poderes mediáticos é ingenuidade. Responsabilidade com os impactos das percepções é o dever de educadores e comunicadores.

Touradas existem porque o touro foca no pano do toureiro,  não no toureiro.

Cuidado. Estamos colocando o foco do brasileiro nos panos, nas capas dos toureiros e não no legitimo alvo a ser focado.

Crise do frango um grande incômodo

E lá vamos nós para mais uma crise da carne, agora do frango.

 

frango assado

Algo chama atenção, a crise ocorre na indústria, no frigorífico, e quem cuida da bronca é o ministro da agricultura Blairo Maggi.

Enquanto Marcos Jorge de lima, o ministro da indústria e comércio não aparece.

 

Então o avicultor vai pagar o pato, ou melhor a salmonela do frango.

Não podemos alegar que a concorrência internacional nos quer mal, pois claro, óbvio, a concorrência nos odeia e sim, nos quer mal.

Mas vale a questão se o maior traidor ou concorrente não está aqui do lado de dentro, na gestão, e no não cumprimento dos exigentes rigores para ter um mercado como o europeu.

Que, claro não nos quer bem, pois aprendemos a produzir com qualidade e custo imbatíveis, mas, precisa ser olímpico, perfeito, impecável.

Assim para sempre será.
Cabe às organizações da sociedade civil organizada desenvolverem auto regulamentação, código de ética, auto vigilância e fiscalização.

Pois um, apenas um que não segue os padrões de conformidade estabelecidas, destrói a todos os outros que fazem corretamente.

Agora na BRF chamaram Pedro Parente para presidir o conselho.

Saímos do Sul e vamos para a Amazônia, estou no Estado do Pará, existe um Pará ilegal.

Com mais registros de terras do que terras físicas para entregar, e a insegurança jurídica gera um lado do Pará ilegal.

Mas tem um novo Para, cooperativas e empresas que trabalham dentro do mais alto rigor da lei.

A logística vai pelo Pará, e o meio ambiente é uma das maiores preocupações do paraense, a pecuária, o cacau hoje maior no Para do que na Bahia, frutas, e a palma, o dendê, onde a melhor do mundo hoje está no Pará.

O futuro do agronegócio brasileiro será do tamanho da inteligência dos seus líderes em serem éticos, sustentáveis, e agirem 100% dentro da lei.

A legalidade e a conformidade com os clientes e consumidores finais, e a justiça e relações corretas de cada cadeia produtiva é o segredo desse nosso futuro.

Na Amazônia brasileira, precisamos da lei, da vitória de um PARÁ LEGAL, acima do ilegal.

No agro como um todo, e no caso do frango, que entra numa nova crise, precisamos da responsabilidade dos líderes da cadeia produtiva.

Cabe a quem comanda a cadeia, zelar por ela e a representar como ninguém.

Que os avicultores brasileiros não paguem mais esse pato a culpa não é deles.

E você jovem brasileiro, o que estudar?

O agronegócio permite uma carreira sensacional.

 

Além dos cursos mais clássicos, como agronomia, veterinária, zootécnica, ou mesmo administração e economia, preciso registrar e incentivar ao estudo de um conhecimento que significará todo o futuro dos alimentos, da agroindústria, da nova agropecuária, do moderno produtor e produtora rural.

Se trata do Big data no agronegócio, e mecanização da agricultura de precisão.

É um curso superior de tecnologia do big data, e o outro de mecanização de agricultura de precisão voltado ao agronegócio.

O mercado de trabalho do agro se expande e passa a incluir empresas de tecnologia da informação, da agrometeorologia.

E o assunto da agricultura com mecanização de precisão, estão presentes nas corporações globais, distribuidores, revendedores e cooperativas do agronegócio.

Portanto, estudar big data no agronegócio e mecanização de agricultura de precisão é algo novo, não existem profissionais ainda para uma carreira de acelerada demanda em pouquíssimo tempo.

Fatec Pompeia

 

 

 

 

 

 

 

 

As inscrições para o vestibular da Big data no agronegócio e mecanização de agricultura de precisão estão abertas na Fatec Shunji Nishimura, da cidade de Pompeia no estado de São Paulo.

Ali, o Sr. Shunji Nishimura, fundador da jacto, deixou um legado, a sua fundação.

E com ela, reunida a Fatec, um lugar onde o ensino mais moderno, um local que passa a ser o Silicon Valley da mecanização de agricultura de precisão do país.

O jovem pode ter acesso a 3 anos de uma das melhores faculdades gratuitas do país e a única também com especialização em big data do agronegócio.

As inscrições ocorrem de 8 de maio a 8 de junho.

E as informações estão no site www.vestibularfatec.com.br
E pelo telefone (14) 3452-1294

Hora de vestibular para mecanização de agricultura de precisão e data base do agronegócio.

Manifestações do Agro

Manifestações! O agro também deixa suas marcas.

Manifestações rurais

Em Brasília, protestando e se manifestando sobre a incoerência do supremo tribunal federal no julgamento do funrural, quando a corte considerou constitucional a cobrança da arrecadação previdenciária que mudava o entendimento anterior.

Leitor você já ouviu falar em brigada de incêndio? Provavelmente sim, no seu prédio, condomínio, na empresa onde trabalha.

Você já deve ter ouvido falar também da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes), em qualquer empresa.

Então todos nós sabemos a diferença entre prevenir e remediar, ou então protestar.

Na vida aprendemos com as crises, traumas e acidentes, e isso nos faz aumentar a segurança, o progresso da ciência, da administração, da prevenção de doenças e acidentes.

O que então tem a ver as manifestações com a história das brigadas de incêndio? Tudo!

O Brasil e o agronegócio precisam agora de um mega, hiper foco na prevenção das burradas, da insensatez e dos enganos do futuro. De uma egonomia da guerra de egos.

Quer dizer, já não estaria na hora das confederações empresariais nacionais, fortíssimas entidades da sociedade civil organizada, se reunirem para construírem uma proposta de prevenção e de ampliação da possibilidade dos fatores controláveis da economia, das finanças, das estruturas do país.

Permanecerem saudáveis? Independentemente do louco, ou do mais sensato que possa estar no governo no ano que vem? Pelo que já se vê, pela reeleição da maioria dos atuais do legislativo.

Quando os 3 poderes entram em colapso de credibilidade ética, e continuam funcionando, e o atrito aumentando, ou a sociedade civil organizada assume o bom senso do país, ou vai ser mais uma batendo bumbo e panelas nas manifestações que assolam o país, de todos os tipos.

E sem dúvida pagando o preço da mesma insensatez

O funrural é fruto da ausência de uma liderança convergente e única no agronegócio do país.

Das 12 confederações nacionais empresariais no país, agora sem mais as arrecadações obrigatórias dos impostos, pelo menos 6 delas.

Saiam da moita, se encontrem e apresentem um projeto comum para o agro do Brasil nos próximos 5 anos, são elas.

CNA (Confederação Nacional da Agropecuária), CNI (Confederação Nacional da Indústria), CNC (Confederação Nacional do Comércio), CNCOOP (Confederação Nacional das Cooperativas), CNT (Confederação Nacional dos Transportes) e CN Financeira, (Confederação do Sistema Financeiro do País).

Juntas essas confederações poderiam encabeçar um projeto conjunto, coletivo e acima de tudo PREVENTIVO, perante a marcha da insensatez dos demais poderes neste que é o maior exemplo de sucesso do agronegócio em todo o cinturão tropical do planeta, o nosso Brasil.

Sociedade civil organizada com poderes estruturados, apareçam não esperem por governo!