Coimma está na lista das 10 mais inovadoras do Brasil pela Revista Forbes

Empresa da lista das 10 mais inovadoras do Brasil pela Revista Forbes esteve no 3° Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio.

Nos dias 23 e 24 de outubro aconteceu o 3° Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, com o apoio da Associação Brasileira do Agronegócio – Abag, no Transamerica Expocenter, em São Paulo.

Foram dois dias de imersão, apresentação de estudos de casos com inovação e gestão, além de muita convivência para progredir. Participaram cerca de 1500 mulheres.

Quero destacar um dos estudos de caso que foi apresentado pela primeira vez sob a metodologia de design innovation com a coordenação técnica do designer italiano Marco Zanini.

Este estudo de caso pertence a uma companhia que acabou de entrar na lista das 10 empresas mais inovadoras do Brasil pela revista Forbes.

Foto: Reprodução da revista Forbes

Trata-se da Coimma, uma tradicional empresa de equipamentos para o setor da pecuária brasileira, que recebeu uma revolução de gestão do neto do fundador, o CEO Paulo Dancieri.

Foto: Reprodução da revista Forbes

A liderança e os fundamentos de gestão levaram a Coimma para uma governança corporativa e com forte foco inovador. Lançou produtos para a gestão automática de fazendas pecuárias.

Os dois últimos lançamentos, o Megatron e outro revolucionário desenvolvido ao lado da Embrapa Pecuária de Corte, se trata de uma balança de passagem batizada de BalPass.

Um sistema que é instalado nos bebedouros, e com os animais já microchipados, ao passarem por ali. seus dados são enviados para uma central, o que permite a administração boi a boi.

Somos o maior exportador mundial de carne bovina e temos uma imensidão de áreas para ganhar em produtividade e qualidade na bovinocultura.

Paulo Dancieri cita que apenas 5% dos pecuaristas brasileiros têm balanças nas fazendas. Imagine só uma atividade que vive do peso e não tem balança para medir.

O estudo de caso apresentado foi o da Fazenda Água Branca, da produtora Lilica Telles de Menezes, onde é desenvolvido o Nelore do Golias, uma genética ótima em produtividade e qualidade da carne.

Ali a tecnologia Coimma é utilizada com a busca de métricas que permitam eficácia nos resultados.

Mas a boa notícia foi que uma empresa brasileira, administrada pelo neto dos fundadores italianos do setor da pecuária, está na lista das 10 empresas mais inovadoras do Brasil pela revista Forbes, estando a Coimma ao lado outras corporações de peso como a Cielo, Vivo, Pepsico e Raizen.

Na pecuária quem não entende de peso, não lucra, e o prejuízo pode ficar pesado.

Summit Agronegócio Brasil 2018 acontecerá em novembro em SP

O Summit Agronegócio Brasil 2018 é um evento que está sendo organizado e realizado pelo Estadão. Acontecerá no dia 13 de novembro no Hotel Hilton, em São Paulo.

O evento tratará sobre os desafios que devem ser resolvidos desde já para que de fato o Brasil desponte, nas próximas três décadas, como um dos principais, se não o principal, abastecedores de alimentos ao mundo em 2050.

É o futuro agora, na prática. Eis a questão do agronegócio que já temos para aquele que cada vez mais teremos.

Summit Agronegócio 2018

Serão debatidas as questões emergenciais no setor que o governo eleito terá de priorizar em 2019, onde além das discussões estratégicas, essenciais para a governança do agro nacional, como comércio global, desafios do novo governo (e hajam desafios depois desse espancamento verbal e virtual entre os adversários na propaganda política) e o protecionismo numa época de nacionalismos.

Haverá uma sala paralela, a Sala Tech, de agrotecnologia. Empresas de tecnologia de alimentos da Austrália, o Agrihub, do Mato Grosso, fundamental para levar a maioria dos produtores ao futuro, o Vale de Piracicaba, ao lado da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), considerada a 4ª melhor universidade de ciências agrárias do mundo estarão presentes.

Ainda na sala de agrotecnologia, empresas de máquinas que – não são mais máquinas, são robôs – estarão presentes. Haverá mostra de agrometeorologia inteligente e um espetacular caso de cooperativismo de vanguarda com a Frisia, dos Campos gerais do Paraná.

Não há saída fora da Tecnologia 4.0., aquela que toca, sente e enxerga o invisível mundo, gene a gene, e já sabe até criá-los e editá-los. Além do monitoramento de precisão, fenômeno igual ao ocorrido na área da saúde, das cirurgias robóticas e monitoramentos a distância. Este será outro painel excelente. Haverá também uma discussão do PL dos agrotóxicos no Brasil.

Uma oferta de conhecimentos nesse Summit muito importante para todos participarem. As inscrições são feitas somente pelo site.

E para encerrar o ano de 2018 e preparar 2019, o painel o que pensam os grandes, reunindo os líderes de grandes corporações e cooperativas do agro, entre elas Corteva e C Vale, por exemplo, servirão de ótimos prenúncios preventivos para o breve futuro.

Quem aprende o conhecimento, aplica, compartilha e supera.

Cuidado com as palavras… a nova guerra do comércio são as “palavras”

Em marcha para a eleição das eleições – e estamos numa bela encruzilhada – de um lado, uma pseudo Esquerda que não pode reclamar, pois é a principal responsável pela eleição da Direita, na pessoa do seu candidato Bolsonaro.

Agora, deve-se corrigir as ilusões e a incompetência da pseudo Esquerda, um drama gigantesco. Por outro lado, será tenebroso ter que cuidar e corrigir erros de palavras soltas sem cuidado da nossa ilustre Direita, o que com certeza será gasolina na fogueira dos enfrentamentos que iremos todos viver a partir da virada deste ano.

Uma dessas declarações veio do General Oswaldo Ferreira, na matéria do Estadão da semana passada , onde é considerado o cérebro estrategista e que comandava o Departamento de Engenharia e Construção do Exército.

Ele disse em sua entrevista  que poderá vir a ser o Ministro dos Transportes, e aqui registra-se independentemente de suas firmes e nacionalistas intenções, onde inclusive se declara apartidário (sem partidos políticos) mas as palavras do General podem servir e já antever para uma guerra comercial, onde nossos concorrentes as usarão com uma série de exigências e barreiras via o meio ambiente.

Isso pode atrapalhar muito, mesmo o Brasil já fazendo tudo direitinho, e tendo mais de 65% do seu território preservado, mesmo assim temos uma imagem de desmatadores. Imagine se ainda falarmos que os órgãos ambientalistas “enchem o saco“?!

O General Oswaldo Ferreira expressou uma opinião a qual ouvimos muito no campo, no agronegócio e nos entraves burocráticos. O grave problema ambiental não está nas fazendas, está em tudo o que ocorre antes e depois das fazendas.

Estudos nesse sentido, da sustentabilidade do berço ao berço, comprovam que cerca de 80% do drama e do que precisa ser consertado está antes e depois das porteiras, desde as minas de fertilizantes, passando pelo transporte e pelo desperdício de 1/3 de tudo o que se produz.

Creio que um novo olhar e um foco correto seria o de canalizar os órgãos competentes e com muita gente valorosa para um olhar de cadeia produtiva sobre as áreas urbanas do país.

Aos produtores, a lei. E a lei já é a mais séria e severa do mundo. A sociedade como um todo, um novo planejamento, e que se tire exclusivamente dos ombros dos agricultores essa carga gigantesca, como se fossem eles os carregadores exclusivos desse assunto que pertence a todos nós.

O General está cheio de boas intenções. Cuidado… não existem realidades, existem percepções que criam realidades, e na arte da guerra o poder da comunicação sem dúvida faz parte de um capaz estrategista, que o senhor deve ser.

Que a sensatez e o bom senso possam prevalecer neste país. A voz do povo é a voz de Deus, mas seus ouvidos, nem sempre a Deus pertence.

Eventos do agro discutem a necessidade de comunicação e marketing para o setor

Dois eventos de alta relevância ocorreram nesta semana em São Paulo. Um dos eventos é o Esalqshow 2018, que estará acontecendo até o dia 11 de outubro na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) em Piracicaba, interior do estado de São Paulo.

Um fórum que está sendo debatido sobre diversos itens fundamentais para o agronegócio, como educação intensa, a interconexão das várias matérias, a inovação, a ciência e o surgimento forte da importância do marketing e da comunicação para uma luta pela educação consciente dos consumidores e da sociedade.

O Prof. Luiz Gustavo Nussio, diretor da ESALQ, afirmou que, de cada 5 reais direcionados para projetos e pesquisas, 4 reais vêm de acordos com a iniciativa privada. Um caminho inexorável a parceria público-privada.

Outro evento, o Horizons, que aconteceu nos dias 09 e 10 de outubro, em Atibaia, também no interior do estado de São Paulo, contou com a presença de mais de 200 líderes da produção de alimentos no Brasil.

Horizons – the future agribusiness Brazil é uma iniciativa da Trouw Nutrition, uma das maiores indústrias de nutrição animal do mundo, pertencente ao grupo holandês Nutreco, com apoio de Rabobank, Elanco, Rafitec Embalagens e Yes Nutrição Animal.

O evento contou com conferencistas internacionais e líderes de todas as cadeias produtivas da proteína animal brasileira. Da mesma forma, além dos aspectos vitais da reorganização da defesa sanitária do país, onde o ex-Ministro da Agricultura, Francisco Turra, atual presidente da Associação Brasileira da Proteína Animal (ABPA) foi parar numa UTI de hospital pela carga das emoções da forma equivocada como foi tratado e difundido o assunto da Operação Carne Fraca.

Então, dentre todos os aspectos estruturais, tributários, tecnológicos e de ações muito mais integradas das cadeias para acesso aos mercados mundiais, surgiu, brotou e está explodindo a necessidade de uma organização que reúna todas as entidades do setor para um plano de marketing e de propaganda educadora no Brasil e nos mercados mundiais.

Stefan Mihailov, presidente da Trouw Nutrition Brasil, coordenador geral do HORIZONS e Prof. Dr. José Luiz Tejon.

Nos eventos, tanto o Fórum EsalqShow quanto no evento Horizons, o marketing e a propaganda educadora estavam falando com toda a sociedade, e foram enfatizados quando uma outra boa ideia passou a ser explicitada, principalmente após a gigantesca mudança do cenário político-partidário.

A união da Sociedade Civil Organizada, das classes econômicas empreendedoras e cooperativistas servirão para não esperarmos mais pelo governo.

Que possamos ter doravante muito mais empreendedores se organizando e se orquestrando como cadeia produtiva. Que o Estado fique como regulador, e não interferindo como produtor, o que não consegue e não deve ser.

É hora do agronegócio, hora de uma gestão de marketing e de comunicação educadora para a sociedade brasileira e mundial. A luta pelas percepções das pessoas define realidades e o sucesso.

Liberdade para o empreendedor e marketing: duas demandas para o agronegócio do futuro.

Rede Jovem Pan, a melhor rede de rádio do país, que está na internet, tem canal no YouTube,  e tem a melhor programação voltada ao jornalismo, esporte e entretenimento. Aqui na Jovem Pan já falamos com toda a sociedade brasileira e internautas do mundo inteiro.

Bunge, Santander e TNC querem um futuro melhor para o agronegócio

Enquanto o tempo dos poderes públicos do governo e Estado ficaram lentos demais, a velocidade do mundo, que faz acontecer, segue na velocidade da luz.

Novidades geniais ocorrem e convocam profissionais do agronegócio que já sabem como agir. Não existe mais o futuro como decorrência do presente. Ao contrário: é o presente que vira decorrência do futuro.

A Bunge, uma das gigantes mundiais do comércio de commodities, ao lado do Banco Santander e com a presença de uma ONG, a The Nature Conservancy (TNC), estão anunciando um mecanismo de crédito de longo prazo voltado diretamente para a aquisição e conversão de terras agrícolas no cerrado.

Esse financiamento objetiva a expansão de soja e grãos em áreas já abertas, e objetiva produzir em terrenos degradados sem que haja a derrubada de vegetação nativa ou de uma só árvore se quer.

 

No cerrado existe muitas áreas já abertas, degradadas e com baixíssima utilização, muitas vezes só com gado, com menos de 1 boi por ha, e ali está um extraordinário novo celeiro mundial de alimentos.

A Bunge, o Banco Santander e a ONG TNC abriram uma rodada piloto com US$ 50 milhões de dólares. A intenção do projeto é contratar isso até junho de 2019 com prazo de 10 anos e juros em torno de 6 a 11% ao ano, irá depender da avaliação caso a caso.

Enquanto focamos a discussão no campo da política pública, agentes do setor privado seguem a marcha do desenvolvimento.

50 milhões de dólares; não se trata de um dinheirão, mas sem dúvida, um início muito interessante para aquisição de fazendas. Investir dentro de padrões de sustentabilidade, e já criando o novo futuro agora.

Produzir sem destruir e tirar uma só árvore sequer.

Fonte: Pixabay

O presente é o resultado do futuro. Tudo fora disso ficou lento demais e nem vai sair do lugar.

Chegou a hora H, das Eleições 2018 no Brasil

E chegou a hora H, das Eleições 2018 no Brasil. O agro neste instante segue o fluxo da natureza, plantando a safra 2018/2019.

 

Os criadores de aves, suínos, bois e vacas seguem criando, ordenhando leite, coletando ovos; os pescadores pescando, o látex sendo colhido das seringueiras, o cacau gerando chocolate, a cana-de-açúcar crescendo no etanol, o biocombustível com o RenovaBio ampliando e entrando nos grãos. Papel e celulose virando cadernos e livros, hortaliças e frutas (viva a banana campeã nacional) sendo cultivadas.

 

E as eleições chegaram…

 

Questões críticas para o nosso futuro no agro. A famosa infraestrutura dependente da ação firme e decisão do governo. Parar com o leilão de cargos vitais para o agro a partir das facções políticas-partidárias.

 

Pelo amor de Deus, o Porto de Santos, sagrado Porto de Santos, que fique livre das mãos danosas de gestores incompetentes nos leilões de cargos.

Da mesma forma, os Ceasas, o Banco do Brasil, empresas públicas e estatais: que seus melhores especialistas e técnicos liderem e que não permitam que a Embrapa jamais caia na mesma tentação.

 

E o que podemos fazer para criarmos um 4º Poder no Brasil que atue ao lado e muitas vezes acima do poder político-partidário?

 

Viva Santa Catarina, que inaugurou o Observatório Social do Brasil, o primeiro a nível estadual. No país já são mais de 130 cidades com o Observatório Social do Brasil totalmente apartidário.

 

Precisamos engrossar, ter em todos os municípios do país e a nível estadual e federal, o Observatório Social do Brasil. Vigilância e zeladoria sobre a qualidade da gestão pública. E ao lado disso, precisamos – e reitero enfaticamente da união e integração das forças empreendedoras e cooperativistas no Brasil – das Confederações Nacionais Empresariais.

 

São dez: Indústria, Comércio, Agropecuária, Serviços, Finanças, Transportes, Saúde, Comunicação, Cooperativas, Turismo e o turismo rural high tech e ecológico, imagine o bem que não faria para a imagem do Brasil no mundo?!

 

Mas agronegócio é construção de cadeias produtivas. As 10 Confederações precisam dialogar e planejar juntas, como nos estados e nos municípios com as associações comerciais, industriais de serviços. Agropecuária ao lado de clubes de serviços.

 

O 4º Poder, ou melhor, o novo Poder 4.0, da Sociedade Civil Organizada, articulada e conectada em fluxos de informação e estratégicos entre si.

 

Bom voto. E acima de tudo, bem-vindos todos ao novo mundo. O agronegócio e a agrossociedade com o Observatório Social do Brasil e a integração das cadeias empreendedoras e cooperativistas produtivas.

O Poder 4.0: A cogovernança do Brasil totalmente apartidária

O que o brasileiro mais sente falta no próprio brasileiro?

Ser mais sábio. Eu tive uma conversa muito me impressionou para as posições que tenho assumido perante os internautas e amigos. O ex-Ministro da Agricultura Alysson Paolinelli, nascido em Bambuí, Minas Gerais, agrônomo formado em Lavras-MG, ganhou o equivalente ao Nobel da Alimentação em 2006, o World Food Prize.

 

Foi Deputado Federal, Senador, Presidente do Banco de Minas Gerais, Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), ergueu a Embrapa (quando ministro ainda no governo militar), e foi da Assembléia Constituinte em 1987, 1988.

 

Hoje, Paolinelli preside a Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), e ao conversarmos, ele disse:

 

“A democracia é o melhor regime político até hoje inventado, e eu lutei pela democracia ainda nos governos militares. Porém, eu não creio mais em governo”.

 

Esse mesmo sábio, Alysson Paolinelli, me explicou: “Tejon, eu não creio mais na possibilidade de esperar por governo. A democracia não sobrevive sem a efetiva participação da Sociedade Civil Organizada.“

 

A democracia não resiste à omissão, submissão, a ausência ou ao conluio entre as forças empreendedoras e o Estado.

 

Estamos neste momento entre dois extremos a nível da presidência do Brasil, e a frente parlamentar da agropecuária, com 214 parlamentares, através de sua Presidente sul-mato-grossense, a Deputada Tereza Cristina, do Partido Democratas, declarou adesão à Jair Bolsonaro.

 

Sob o ponto de vista do mundo político-partidário, o poder político, não desejo aqui entrar em nenhuma seara deste mundo político-partidário, suas contradições, com uma categoria com muitos membros sendo julgados, outros já condenados e com suas lutas pelo poder.

 

Não desejo discutir a seara das decisões da frente parlamentar da agropecuária ou das táticas político-partidárias; Desejo convocar nestes 3 dias que antecedem as eleições, a sabedoria ouvida de Alysson Paolinelli e perguntar no dia 1 de janeiro de 2019, seja quem for o Presidente no Planalto, qual será o papel das Confederações Nacionais Empresariais.

Fonte: Pixabay

Estaremos aqui cobrando forte e veementemente o papel das estruturas grandes, importantes e representativas dessa sociedade brasileira empreendedora e cooperativista que tem por missão doravante significar não o 4º Poder, mas o novo Poder 4.0. A cogovernança do Brasil totalmente apartidária e reunida na visão estratégica de cadeias econômicas de valor.

 

Não haverá êxito do agronegócio brasileiro no futuro sem a indústria, sem o comércio, o transporte, o setor financeiro, sem o cooperativismo, sem os serviços, a comunicação, a saúde, e lógico, sem a própria agropecuária.

 

O agro é urbano, virou uma agrossociedade, como enfatiza outro brilhante ex-Ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.

 

As Confederações Nacionais Empresariais precisam jogar juntas para diminuir brutalmente o tamanho do custo do estado brasileiro, e terem um planejamento único e integrado de cadeias econômicas de valor.

 

Que a frente parlamentar da agropecuária faça suas aderências conforme as táticas políticas-partidárias, mas que as Confederações Nacionais Empresariais, que as Federações Estaduais Empresariais e que as Associações Empreendedoras Municipais se reúnam para um projeto brasileiro, federal, estadual e municipal.

 

E que fiquem cada vez mais Brasil e muito menos Brasília. Aliás, assim está escrito no próprio documento de intenções do candidato Jair Bolsonaro, do Partido Social Liberal, ao qual a Frente Parlamentar Agropecuária se integrou.

 

Boa sorte ao Brasil nestas eleições, que os melhores políticos prevaleçam. Mas, por segurança nacional, que saia da Sociedade Civil Organizada uma orquestração emergencial, apartidária.

 

O dia 1 de janeiro de 2019 precisará muito mais disso do que nossos analistas hoje refletem.

Bullying – Já fui chamado de queimado e isso nunca me fez pensar em matar alguém. Por quê?

Bullying – Fui chamado de churrasco, queimado, chuleta e tostado. Isso nunca me fez pensar em matar alguém. Por quê?

Com o rosto queimado desde os 4 anos de idade, tenho mestrado e doutorado no assunto bullying. E nunca pensei em matar ninguém.

Fui proibido de me sentir uma vítima. Fui criado para erguer a cabeça e saber me defender. E acima de tudo, sempre tive incontáveis amigos, uma imensa maioria de pessoas que me admirava, muito acima de poucos que tinham o prazer de praticar o bullying comigo, o menino queimado.

E quer saber, outra coisa genial que aprendi ao viver e observar é que as pouquíssimas pessoas que zoaram com o meu rosto não eram belas. Não eram exatamente o oposto estético e lindo comparado a minha face queimada.

Tejon no ensino médio

Eles eram todos – e repito, muito poucos perante a imensa maioria positiva -, mas aqueles poucos que me chamaram de feio, eram feios, mesmo sem terem sofrido um acidente facial.

O bullying exige encorajamento e faz parte da maioria dos demais colegas atuarem preventivamente e não se omitirem ao presenciarem a repetição ostensiva do bullying perante um ser humano mais fragilizado.

Aqueles que adoram fazer bullying com os outros precisam ser corrigidos e educados veemente e publicamente por educadores, pais e responsáveis.

Guerreiros não nascem prontos, “desbullynize”.

Precisamos nos preparar para o meteoro SIM!

Precisamos nos preparar para o meteoro SIM! Chegará no dia 1/1/2019 na forma da falência total do sistema político-nacional para governar uma nação do tamanho e importância do Brasil.

A organização da Sociedade Civil que já responde pelo êxito, quando analisamos os 200 melhores municípios do país, essa sociedade civil apartidária, empreendedora e cooperativista será a salvação do país! Sejamos preventivamente resilientes e preparados desde já! #Eleições #Eleições2018

Rádio: a mídia que mais cresce no agronegócio

O Grupo de Líderes Empresariais (LIDE) reuniu nos dias 21 e 22 de setembro, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, líderes do agronegócio.

As principais conclusões foram sintetizadas num documento chamado de Legado do Fórum LIDE de Agronegócios.

O relator do legado foi o ex-Ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, e quero destacar como uma conclusão das mais importantes deste evento a consciência das lideranças do agro brasileiro a respeito da comunicação.

O legado é marcante e enfatiza investir em comunicação no sentido de educar a população sobre verdades e fatos.

Dr. José Luiz Tejon, Especialista em Agronegócio e apresentador do programa A Hora do Agronegócio – Via Jovem Pan

Vivemos uma autêntica guerra de comunicação, uma batalha pelas percepções dos consumidores, um tsunami de Fake News e constatamos que a ciência para predominar precisará de muita comunicação educadora e permanente.

Wilson Mello, Presidente do Conselho da Associação Brasileira da Indústria da Alimentação (ABIA) disse que os ataques aos alimentos da indústria podem significar prejuízos de bilhões e desemprego se prevalecerem.

Para isso, um termo foi inventado, “ultraprocessados”, e a mesma agressividade com que os cigarros foram tratados no consumo organizações propõem que sejam utilizadas nos alimentos como triângulos nos rótulos.

Wilson Mello afirma que a indústria é lenta nas respostas, enquanto os detratores atuam em alta velocidade e sensibilizam a população com inverdades e generalizações manipuladoras.

O documento do legado aposta num Brasil campeão mundial da segurança alimentar, pois temos tecnologia tropical sustentável, terras e gente competente no agro ao longo de todas as suas cadeias produtivas.

Significa produzir 40% a mais nos próximos 10 anos.

Este legado aborda e assevera sobre ser fundamental a articulação público-privada, a integração de governo com a sociedade empreendedora, o aporte da tecnologia disruptiva (agricultura 4.0), educação e formação de talentos.

E sem dúvida, uma forte política de compliance na luta contra erros, desperdícios e na segurança dos alimentos, tanto por parte do Ministério da Agricultura e órgãos do governo, quanto pelas empresas envolvidas na produção de alimentos.

A Rede Jovem Pan foi parceira desse evento, e ressaltamos o crescimento da mídia na rádio no agronegócio como a que mais cresceu na audiência dos produtores rurais do Brasil, conforme constata a Pesquisa de Hábitos de Mídia da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA).

Hora e vez da voz do rádio na educação e comunicação do agro, tanto para o campo quanto para a cidade.