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Bullying – Já fui chamado de queimado e isso nunca me fez pensar em matar alguém. Por quê?

Bullying – Já fui chamado de queimado e isso nunca me fez pensar em matar alguém. Por quê?
Tejon no ensino médio

Bullying – Fui chamado de churrasco, queimado, chuleta e tostado. Isso nunca me fez pensar em matar alguém. Por quê?

Com o rosto queimado desde os 4 anos de idade, tenho mestrado e doutorado no assunto bullying. E nunca pensei em matar ninguém.

Fui proibido de me sentir uma vítima. Fui criado para erguer a cabeça e saber me defender. E acima de tudo, sempre tive incontáveis amigos, uma imensa maioria de pessoas que me admirava, muito acima de poucos que tinham o prazer de praticar o bullying comigo, o menino queimado.

E quer saber, outra coisa genial que aprendi ao viver e observar é que as pouquíssimas pessoas que zoaram com o meu rosto não eram belas. Não eram exatamente o oposto estético e lindo comparado a minha face queimada.

Tejon no ensino médio

Eles eram todos – e repito, muito poucos perante a imensa maioria positiva -, mas aqueles poucos que me chamaram de feio, eram feios, mesmo sem terem sofrido um acidente facial.

O bullying exige encorajamento e faz parte da maioria dos demais colegas atuarem preventivamente e não se omitirem ao presenciarem a repetição ostensiva do bullying perante um ser humano mais fragilizado.

Aqueles que adoram fazer bullying com os outros precisam ser corrigidos e educados veemente e publicamente por educadores, pais e responsáveis.

Guerreiros não nascem prontos, “desbullynize”.

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