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Diferença Esperada da Progênie Humana – você já parou para analisar?

Diferença Esperada da Progênie Humana – você já parou para analisar?
Imagem: Pixabay

Como são os seus indicadores comparados aos dos seus pais e ancestrais genéticos?

Essa área do monitoramento e da ciência genética é extremamente avançada no setor do agronegócio: aves, suínos e bovinos do reino animal. Soja, milho, trigo, hortaliças, frutas, flores e árvores, no campo vegetal.

Os indicadores, no caso do agronegócio, são voltados a conversão alimentar, velocidade de terminação, resistência a pragas e doenças, vantagens oferecidas no pós-porteira das fazendas, na agroindústria, transporte, armazenamento e benefícios na saúde e prazer dos consumidores.

Na bovinocultura, o termo DEPH – Diferença Esperada da Progênie Humana, faz parte da excelência dos gestores de uma pecuária.

E no ser humano? Como seriam os indicadores para uma autoanálise? Como é o seu DEPH?

DEPH – cool, awesome, mind blowing. Esse termo, em inglês, tem um significado: ser legal, coisa ótima, muito bacana.

Então, vamos ao DEPH. Iniciamos com uma proposta de 7 indicadores. E com certeza, no caso humano, existem imensas probabilidades de relatividade em tudo. Como resultado disso, vamos buscar obter principalmente o que poderíamos fazer para melhorar os 7 índices indicadores através da educação e da cultura na formação de um ser humano, desde o berço.

Inicio com 7 fatores sem hierarquia dos mesmos:

1) Nível comparado de inteligência emocional adquirida.

2) Consciência de felicidade percebida.

3) Qualidade de impacto no seu entorno (legados efetivados no ambiente).

4) Nível patrimonial comparado.

5) Nível educacional comparado.

6) Reconhecimento público da sociedade (legados reconhecidos).

7) influência sustentável nas relações íntimas (filhos, amigos, pares).

Bem, você poderá acrescentar outros indicadores e poderá também interpretar cada um desses 7 fatores com derivativos significativos, afinal, seres humanos ao contrário das demais espécies sob gestão dos geneticistas, seguem um padrão livre e de cruzamentos aleatórios, ou mesmo que tenham afinidades, nada pode ser comparado à gestão industrial de plantas e animais.

Dessa forma, vamos ao exercício. Para cada um desses 7 fatores, de 0 a 10, como você se compara com os seus pais? Como você compararia os seus pais com os seus avós? Como você pode já estar comparando os seus filhos com você mesmo?

E se você é o filho, qual a análise que seus pais teriam de você?

Agora faça uma análise com pessoas próximas que você conheça bem, suas histórias e exerça o raciocínio. O que você conclui? Seriam os nossos filhos com DEPH melhor do que nós mesmos, os seus pais, se você já tiver filhos?

Se você é um educador, como são os DEPHs dos seus alunos?

E agora, então a pergunta que vale uma vida e talvez milhões de vidas: “Como podemos interferir positiva e eticamente na melhoria de cada um desses indicadores através da educação e da cultura, já que não temos a menor intenção de agir sobre esses fatores geneticamente?

Imagem: Pixabay

Poderíamos dizer então que a cultura e a educação, de verdade, salva. Mas não falamos somente aqui, então, dessa educação da escola, da faculdade, dos mestrados e doutorados apesar de continuarem a ser fundamentais na área da educação formal. Falamos também de uma educação e cultura sobre valores e formação de caráter, que podem apoiar e desenvolver seres humanos via consciência e via práticas que nos transformem em mais evoluídos do que nossos pais e ancestrais.

Seria isso o que devemos esperar da humanidade?

Seria isso o que deveríamos esperar de mães, pais e educadores?

Seria esse o papel de legítimos líderes?

Seria essa a missão íntima de cada ser vivo na jornada humana na Terra?

Ou caberia essa tarefa ao processo próprio da própria natureza, das próprias relações das forças entrópicas x as sintrópicas do universo gelado, silencioso, escaldante e incompreensivelmente infinito?

Ou habitariam as almas e espíritos em dimensões afastadas, cujo prazer seria observar como podem os humanos, amputados de consciência passada, nublados da consciência do futuro, brincarem de eternidade num nano átimo de um tempo, que de tão curto, nem chega a existir?

Vamos brincar então do DEPH, this is cool. Profundamente incomodante, Portanto, deliciosamente provocante.

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