O segredo para ter sucesso no agro em 2019

O segredo para ter sucesso no agro 2019, 2020, está em cuidar e muito bem dos fatores controláveis.

Gestão, liderança da propriedade, controles, olho nos custos sem perder a produtividade, buscar o seguro rural, praticar a diversificação com integração lavoura e pecuária, e para quem puder, com floresta.

Quer dizer, os fatores controláveis decidirão o sucesso do agro neste novo ano.

De resto é só resta rezar. Donald Trump, o maior vendedor do mundo, um hard sell “Tio Patinhas” – aliás, de Pato Donald ele não tem nada, fechou um acordo na semana passada com o presidente da China, Xi Jinping, e a ordem era: “Uma trégua na guerra comercial, agora senhores chineses venham comprar muito dos fazendeiros americanos”.

Já imaginei que os navios na rota do Atlântico e Pacífico Sul iriam todos na busca do Norte pelo canal do Panamá, ou nas saídas americanas pelo Pacífico.

Trump parece ter dado uma de Pluto, com uma certa trapalhice. Prendem a executiva chinesa da gigantesca Huawei, acusada de passar tecnologias americanas para inimigos dos Estados Unidos; e a moça é simplesmente filha do fundador desse império.

Imagine só! Prenderam a herdeira, princesa de um império empresarial chinês.

Logo, o acordo da semana passada, creio que não será exercido.

Dessa forma, estamos num ano absolutamente incerto, dentro e fora do país. O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, mandou proibir a cobrança de multa de empresas que não seguiram a tabela da ANTT.

Iremos entrar em 2019 dentro do reino internacional da imprevisibilidade, da incerteza; e dentro do país, num governo totalmente novo e cheio de decisões a tomar, extremamente conflituosas.

Dessa forma, fique de olho nos fatores controláveis, e os incontroláveis, previna-se e nada de jogar dados com o incerto.

Quem mais sofreria com desmatamento na Amazônia seria o próprio agronegócio

A Amazônia tem 62 milhões de ha sem regularização.

Ai está o maior de todos os focos para o governo novo atuar; regularizar terras na Amazônia. Se não, a grilagem, o desmatamento e tudo que é ilegal não pode ser atribuído a ninguém, pois não existem donos formais das terras.

Então, só pegam os legalizados. Os legalizados são as maiores vítimas, pois existem e estão nos radares. Os ilegais atuam criminosamente na ilegalidade.

Mas, onde está a culpa? Nesses 62 milhões de ha sem destinação, como publicou o jornal O Valor Econômico nesta semana.

O professor Britaldo Soares Filho, da Universidade Federal de Minas Gerais, afirmou que, se essas áreas não regularizadas e sem designação fossem desmatadas, o prejuízo seria cerca de meio bilhão de dólares anualmente.

Em um estudo feito com o economista Jon Strand, do Banco Mundial, os pesquisadores registraram que a contribuição das florestas significa algo em torno de 420 bilhões de dólares para a agropecuária, se considerarmos o benefício que provocam na regulação das chuvas.

Esse valor significa 35% do total da rentabilidade líquida da soja, em Mato Grosso.

Esse trabalho foi feito ao longo de 13 anos, e um artigo publicado na revista Nature Sustainability, afirma que, somando castanhas, madeira sustentável e serviços ambientais, o prejuízo seria da ordem de 737 dólares por ha, valor maior do que a pecuária de baixa produtividade.

Albert Einstein dizia que tem números que são contados e que contam, e números que não são contados e que contam.

Existem muitos números a serem contados, e que permanecem na invisibilidade de uma contabilidade que ainda não valora o intangível.

Mas, ao ver esse estudo, cresce sim a importância do produtor brasileiro legalizado, pois esse está sob controle dos satélites do mundo, e qualquer ilegalidade o atinge, e ele pode ser identificado e por seus crimes responder.

 

Por isso, o produtor brasileiro é um importante ambientalista do país.

Por enquanto vemos a velha lógica, a lei pune o legal. O ilegal não existe, se esconde e destrói.

Como punir ilegais numa área gigantesca onde as terras não pertencem a ninguém, e por outro lado, se é assim, a todos pertencem?

É hora de legalizar todas as terras do país e apontar os responsáveis pelas mesmas. Ai sim, completaremos a ordem e a lei no meio ambiente.

O agronegócio pode movimentar 1 trilhão de dólares em 2024

Movimentar 1 trilhão de dólares no agronegócio em 2024? Por quê não?

Sim, 1 trilhão de dólares. Poderíamos movimentar 1 trilhão de dólares no agronegócio em 2024, no início do governo posterior a este que iniciará em janeiro de 2019.

Imagine em 2024, um novo governo, e só do PIB do agronegócio computaríamos 1 trilhão de dólares. Seria uma injeção de cerca de 25% em cima do PIB total do país hoje, um pouco mais do que 2 trilhões de dólares no total.

Mas, quanto o agronegócio movimenta hoje?

Depende da taxa do dólar; cerca de 500 bilhões de dólares/ano.

Então, como dobrar isso em quatro anos?

Isso só seria possível com um planejamento integrado de agronegócio. Significa convocar a agroindústria, o comércio, os serviços, além dos produtores rurais e suas cooperativas para um plano, onde sem agregação de valor jamais conseguiríamos.

Precisaríamos ter marcas, vender produtos agroindustrializados, vender serviços, ter o turismo agro ambiental hightech, bebidas, algodão e seda com grife assinada por Gisele Bündchen. Frutas, hortaliças, pescado… sem perder o que já conquistamos.

Precisamos de um planejamento estratégico e de um plano de marketing. “Mas seria possível?” Toda vez que alguém me diz ser algo impossível, mais eu creio na sua possibilidade.

Dobrar o agribusiness brasileiro e injetar 25% bruto no total do PIB do país, e com isso representar em torno de 6,5% do movimento planetário do agribusiness, calculado em torno de 15 trilhões de dólares? Eu creio, até porquê, não existirá outro caminho para fazer o país voltar a crescer.

Ministra Tereza Cristina, desde já, articule a indústria, o comércio e o serviço, pois os produtores rurais estão prontos, basta dar as condições e a segurança de mercado com inteligência tributária e velocidade legal.

Ministra Tereza Cristina, crie desde agora o Ministério do Agronegócio.

Logo: Ministério do Agronegócio
Arte: Catherine Pestl

E o governo? Ele que siga a sociedade empreendedora organizada!

Summit Agronegócio Estadão dia 13/nov – Eu recomendo!

O Summit Agronegócio Brasil 2018 é um evento que está sendo realizado e organizado pelo Estadão, e acontecerá no dia 13 de novembro, no Hotel Hilton, em São Paulo.

 Tratará sobre os desafios que devem ser resolvidos desde já para que de fato o Brasil desponte, nas próximas três décadas, como um dos principais, se não o principal, abastecedores de alimentos ao mundo em 2050.

Com apoio da Rede Jovem Pan, o Summit Estadão estará debatendo também tendências e expectativas essenciais para o agronegócio e o novo governo.

Uma das novidades no Summit deste ano são as salas Tech Trends, e já estão confirmados assuntos como as “smart farms“, com Nick Block, da John Deere; Daniel Trento, da Embrapa, trará o programa Pontes para a Inovação.

O Presidente da Comissão Brasileira de Agricultura e Precisão, Márcio Albuquerque, pelo Ministério da Agricultura. O Big Data no agro será outro tema, e a inteligência artificial e a lavoura com Georgia Palermo, general management da Taranis.

Os drones lá estarão com Fabrício Hertz, CEO da Horus Aeronaves; grãos conectados com Pedro Paiva e Fred Marques da Grão Direto, sintetizando a operação agrícola mais eficiente.

Boris Rotter, CEO da AgriConnected fará sua apresentação com a visão da gestão. As demais salas Tech Talk trarão os temas: automatizando as operações barther através de Renato Girotto, CEO da Bart Digital. Um novo jeito de comprar insumos com Guilherme Ferraudo, da Youagro e Beeagro.

O Painel Desafios para o Futuro encerrará o dia com as presenças de Daniel Latorraca, superintendente do Imea, Mateus Mondin (Mundinho), Prof. Dr. de Genética da Esalq-USP, Francisco Jardim, CEO Diretor Executivo da SP Ventures e Richard Zeiger, sócio da MSW, conselheiro da TBIT.

Temas centrais serão debatidos nas plenárias por grandes líderes do agro nacional, como a PL dos agrotóxicos, os desafios do novo governo, protecionismo e perspectivas do setor. Startups também se farão presentes ao longo da programação. Para mais informações e inscrições, acesse: http://estadaosummitagro.com.br/

Eu recomendo.

Os temas debatidos no 2° dia do 3° Congresso das Mulheres do Agro

Nos dias 23 e 24 de outubro aconteceu o 3° Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, com o apoio da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) no Transamerica Expocenter, em São Paulo. Foram dois dias de imersão, apresentação de estudos de casos com inovação e gestão, além de muita convivência para progredir. Participaram cerca de 1.500 mulheres.

No 2° dia do Congresso, Denise Campos de Toledo, jornalista de economia da Jovem Pan coordenou um painel com as especialistas Zeina Latif, Economista Chefe da XP Investimentos, com o tema dos compromissos da sociedade civil organizada.

Tatiana Gil Gomes, Economista do Banco Alfa, que abordou os desafios da economia no próximo mandato. Cristina Mendonça de Barros tratou do cenário da diversidade política versus sociedade civil organizada.

O Presidente do Bradesco, Otávio de Lazari Junuir comentou o engajamento feminino no agronegócio.

As incertezas estão predominantes, e as reformas serão fundamentais e vitais. “Ninguém gosta de reformar o que é seu”, salientou Zeina Latif.

Mas sem as reformas não haverá possibilidade de crescimento, e estamos atrasados.

Cristina Mendonça de Barros fez uma convocação importantíssima para que as mulheres atuem e participem mais ativamente de suas entidades, associações e sindicatos, pois precisaremos muito dessa responsabilidade, independentemente do poder público.

O Congresso trouxe ainda o Diretor Executivo da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Márcio Milan, Que coordenou outra arena, falando do cenário do futuro sob o ponto de vista sociológico; as relações estratégicas e a sociedade do futuro.

Sara Theurich, alemã radicada no Brasil e Associada para a América Latina da GeoEconomia traçou uma visão extraordinária de todos os aspectos que impactarão o alimento nos próximos 20 anos, inclusive o aquecimento global.

O mundo vai precisar de alimento bom, em quantidade e qualidade, mas precisará ser barato, acessível, e isso exigirá a agroindustrialização.

A indústria do alimento tem uma perspectiva imensa nesse futuro pleno de desafios, Assim como o desperdício, que será a outra batalha.

Como será o agro do futuro? Será uma bioeconomia? Água e carbono as chaves? Saúde humana será tudo.

O agronegócio virou sinônimo de saúde humana.

Enquanto ouvimos uma aula de bullying horroroso nas propagandas políticas do país, continua o movimento silencioso da evolução. A evolução é o presente como resultado do futuro, e o mundo não pára pra nos esperar.

Summit Agronegócio Brasil 2018 acontecerá em novembro em SP

O Summit Agronegócio Brasil 2018 é um evento que está sendo organizado e realizado pelo Estadão. Acontecerá no dia 13 de novembro no Hotel Hilton, em São Paulo.

O evento tratará sobre os desafios que devem ser resolvidos desde já para que de fato o Brasil desponte, nas próximas três décadas, como um dos principais, se não o principal, abastecedores de alimentos ao mundo em 2050.

É o futuro agora, na prática. Eis a questão do agronegócio que já temos para aquele que cada vez mais teremos.

Summit Agronegócio 2018

Serão debatidas as questões emergenciais no setor que o governo eleito terá de priorizar em 2019, onde além das discussões estratégicas, essenciais para a governança do agro nacional, como comércio global, desafios do novo governo (e hajam desafios depois desse espancamento verbal e virtual entre os adversários na propaganda política) e o protecionismo numa época de nacionalismos.

Haverá uma sala paralela, a Sala Tech, de agrotecnologia. Empresas de tecnologia de alimentos da Austrália, o Agrihub, do Mato Grosso, fundamental para levar a maioria dos produtores ao futuro, o Vale de Piracicaba, ao lado da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), considerada a 4ª melhor universidade de ciências agrárias do mundo estarão presentes.

Ainda na sala de agrotecnologia, empresas de máquinas que – não são mais máquinas, são robôs – estarão presentes. Haverá mostra de agrometeorologia inteligente e um espetacular caso de cooperativismo de vanguarda com a Frisia, dos Campos gerais do Paraná.

Não há saída fora da Tecnologia 4.0., aquela que toca, sente e enxerga o invisível mundo, gene a gene, e já sabe até criá-los e editá-los. Além do monitoramento de precisão, fenômeno igual ao ocorrido na área da saúde, das cirurgias robóticas e monitoramentos a distância. Este será outro painel excelente. Haverá também uma discussão do PL dos agrotóxicos no Brasil.

Uma oferta de conhecimentos nesse Summit muito importante para todos participarem. As inscrições são feitas somente pelo site.

E para encerrar o ano de 2018 e preparar 2019, o painel o que pensam os grandes, reunindo os líderes de grandes corporações e cooperativas do agro, entre elas Corteva e C Vale, por exemplo, servirão de ótimos prenúncios preventivos para o breve futuro.

Quem aprende o conhecimento, aplica, compartilha e supera.

Cuidado com as palavras… a nova guerra do comércio são as “palavras”

Em marcha para a eleição das eleições – e estamos numa bela encruzilhada – de um lado, uma pseudo Esquerda que não pode reclamar, pois é a principal responsável pela eleição da Direita, na pessoa do seu candidato Bolsonaro.

Agora, deve-se corrigir as ilusões e a incompetência da pseudo Esquerda, um drama gigantesco. Por outro lado, será tenebroso ter que cuidar e corrigir erros de palavras soltas sem cuidado da nossa ilustre Direita, o que com certeza será gasolina na fogueira dos enfrentamentos que iremos todos viver a partir da virada deste ano.

Uma dessas declarações veio do General Oswaldo Ferreira, na matéria do Estadão da semana passada , onde é considerado o cérebro estrategista e que comandava o Departamento de Engenharia e Construção do Exército.

Ele disse em sua entrevista  que poderá vir a ser o Ministro dos Transportes, e aqui registra-se independentemente de suas firmes e nacionalistas intenções, onde inclusive se declara apartidário (sem partidos políticos) mas as palavras do General podem servir e já antever para uma guerra comercial, onde nossos concorrentes as usarão com uma série de exigências e barreiras via o meio ambiente.

Isso pode atrapalhar muito, mesmo o Brasil já fazendo tudo direitinho, e tendo mais de 65% do seu território preservado, mesmo assim temos uma imagem de desmatadores. Imagine se ainda falarmos que os órgãos ambientalistas “enchem o saco“?!

O General Oswaldo Ferreira expressou uma opinião a qual ouvimos muito no campo, no agronegócio e nos entraves burocráticos. O grave problema ambiental não está nas fazendas, está em tudo o que ocorre antes e depois das fazendas.

Estudos nesse sentido, da sustentabilidade do berço ao berço, comprovam que cerca de 80% do drama e do que precisa ser consertado está antes e depois das porteiras, desde as minas de fertilizantes, passando pelo transporte e pelo desperdício de 1/3 de tudo o que se produz.

Creio que um novo olhar e um foco correto seria o de canalizar os órgãos competentes e com muita gente valorosa para um olhar de cadeia produtiva sobre as áreas urbanas do país.

Aos produtores, a lei. E a lei já é a mais séria e severa do mundo. A sociedade como um todo, um novo planejamento, e que se tire exclusivamente dos ombros dos agricultores essa carga gigantesca, como se fossem eles os carregadores exclusivos desse assunto que pertence a todos nós.

O General está cheio de boas intenções. Cuidado… não existem realidades, existem percepções que criam realidades, e na arte da guerra o poder da comunicação sem dúvida faz parte de um capaz estrategista, que o senhor deve ser.

Que a sensatez e o bom senso possam prevalecer neste país. A voz do povo é a voz de Deus, mas seus ouvidos, nem sempre a Deus pertence.

Eventos do agro discutem a necessidade de comunicação e marketing para o setor

Dois eventos de alta relevância ocorreram nesta semana em São Paulo. Um dos eventos é o Esalqshow 2018, que estará acontecendo até o dia 11 de outubro na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) em Piracicaba, interior do estado de São Paulo.

Um fórum que está sendo debatido sobre diversos itens fundamentais para o agronegócio, como educação intensa, a interconexão das várias matérias, a inovação, a ciência e o surgimento forte da importância do marketing e da comunicação para uma luta pela educação consciente dos consumidores e da sociedade.

O Prof. Luiz Gustavo Nussio, diretor da ESALQ, afirmou que, de cada 5 reais direcionados para projetos e pesquisas, 4 reais vêm de acordos com a iniciativa privada. Um caminho inexorável a parceria público-privada.

Outro evento, o Horizons, que aconteceu nos dias 09 e 10 de outubro, em Atibaia, também no interior do estado de São Paulo, contou com a presença de mais de 200 líderes da produção de alimentos no Brasil.

Horizons – the future agribusiness Brazil é uma iniciativa da Trouw Nutrition, uma das maiores indústrias de nutrição animal do mundo, pertencente ao grupo holandês Nutreco, com apoio de Rabobank, Elanco, Rafitec Embalagens e Yes Nutrição Animal.

O evento contou com conferencistas internacionais e líderes de todas as cadeias produtivas da proteína animal brasileira. Da mesma forma, além dos aspectos vitais da reorganização da defesa sanitária do país, onde o ex-Ministro da Agricultura, Francisco Turra, atual presidente da Associação Brasileira da Proteína Animal (ABPA) foi parar numa UTI de hospital pela carga das emoções da forma equivocada como foi tratado e difundido o assunto da Operação Carne Fraca.

Então, dentre todos os aspectos estruturais, tributários, tecnológicos e de ações muito mais integradas das cadeias para acesso aos mercados mundiais, surgiu, brotou e está explodindo a necessidade de uma organização que reúna todas as entidades do setor para um plano de marketing e de propaganda educadora no Brasil e nos mercados mundiais.

Stefan Mihailov, presidente da Trouw Nutrition Brasil, coordenador geral do HORIZONS e Prof. Dr. José Luiz Tejon.

Nos eventos, tanto o Fórum EsalqShow quanto no evento Horizons, o marketing e a propaganda educadora estavam falando com toda a sociedade, e foram enfatizados quando uma outra boa ideia passou a ser explicitada, principalmente após a gigantesca mudança do cenário político-partidário.

A união da Sociedade Civil Organizada, das classes econômicas empreendedoras e cooperativistas servirão para não esperarmos mais pelo governo.

Que possamos ter doravante muito mais empreendedores se organizando e se orquestrando como cadeia produtiva. Que o Estado fique como regulador, e não interferindo como produtor, o que não consegue e não deve ser.

É hora do agronegócio, hora de uma gestão de marketing e de comunicação educadora para a sociedade brasileira e mundial. A luta pelas percepções das pessoas define realidades e o sucesso.

Liberdade para o empreendedor e marketing: duas demandas para o agronegócio do futuro.

Rede Jovem Pan, a melhor rede de rádio do país, que está na internet, tem canal no YouTube,  e tem a melhor programação voltada ao jornalismo, esporte e entretenimento. Aqui na Jovem Pan já falamos com toda a sociedade brasileira e internautas do mundo inteiro.

Bunge, Santander e TNC querem um futuro melhor para o agronegócio

Enquanto o tempo dos poderes públicos do governo e Estado ficaram lentos demais, a velocidade do mundo, que faz acontecer, segue na velocidade da luz.

Novidades geniais ocorrem e convocam profissionais do agronegócio que já sabem como agir. Não existe mais o futuro como decorrência do presente. Ao contrário: é o presente que vira decorrência do futuro.

A Bunge, uma das gigantes mundiais do comércio de commodities, ao lado do Banco Santander e com a presença de uma ONG, a The Nature Conservancy (TNC), estão anunciando um mecanismo de crédito de longo prazo voltado diretamente para a aquisição e conversão de terras agrícolas no cerrado.

Esse financiamento objetiva a expansão de soja e grãos em áreas já abertas, e objetiva produzir em terrenos degradados sem que haja a derrubada de vegetação nativa ou de uma só árvore se quer.

 

No cerrado existe muitas áreas já abertas, degradadas e com baixíssima utilização, muitas vezes só com gado, com menos de 1 boi por ha, e ali está um extraordinário novo celeiro mundial de alimentos.

A Bunge, o Banco Santander e a ONG TNC abriram uma rodada piloto com US$ 50 milhões de dólares. A intenção do projeto é contratar isso até junho de 2019 com prazo de 10 anos e juros em torno de 6 a 11% ao ano, irá depender da avaliação caso a caso.

Enquanto focamos a discussão no campo da política pública, agentes do setor privado seguem a marcha do desenvolvimento.

50 milhões de dólares; não se trata de um dinheirão, mas sem dúvida, um início muito interessante para aquisição de fazendas. Investir dentro de padrões de sustentabilidade, e já criando o novo futuro agora.

Produzir sem destruir e tirar uma só árvore sequer.

Fonte: Pixabay

O presente é o resultado do futuro. Tudo fora disso ficou lento demais e nem vai sair do lugar.

Chegou a hora H, das Eleições 2018 no Brasil

E chegou a hora H, das Eleições 2018 no Brasil. O agro neste instante segue o fluxo da natureza, plantando a safra 2018/2019.

 

Os criadores de aves, suínos, bois e vacas seguem criando, ordenhando leite, coletando ovos; os pescadores pescando, o látex sendo colhido das seringueiras, o cacau gerando chocolate, a cana-de-açúcar crescendo no etanol, o biocombustível com o RenovaBio ampliando e entrando nos grãos. Papel e celulose virando cadernos e livros, hortaliças e frutas (viva a banana campeã nacional) sendo cultivadas.

 

E as eleições chegaram…

 

Questões críticas para o nosso futuro no agro. A famosa infraestrutura dependente da ação firme e decisão do governo. Parar com o leilão de cargos vitais para o agro a partir das facções políticas-partidárias.

 

Pelo amor de Deus, o Porto de Santos, sagrado Porto de Santos, que fique livre das mãos danosas de gestores incompetentes nos leilões de cargos.

Da mesma forma, os Ceasas, o Banco do Brasil, empresas públicas e estatais: que seus melhores especialistas e técnicos liderem e que não permitam que a Embrapa jamais caia na mesma tentação.

 

E o que podemos fazer para criarmos um 4º Poder no Brasil que atue ao lado e muitas vezes acima do poder político-partidário?

 

Viva Santa Catarina, que inaugurou o Observatório Social do Brasil, o primeiro a nível estadual. No país já são mais de 130 cidades com o Observatório Social do Brasil totalmente apartidário.

 

Precisamos engrossar, ter em todos os municípios do país e a nível estadual e federal, o Observatório Social do Brasil. Vigilância e zeladoria sobre a qualidade da gestão pública. E ao lado disso, precisamos – e reitero enfaticamente da união e integração das forças empreendedoras e cooperativistas no Brasil – das Confederações Nacionais Empresariais.

 

São dez: Indústria, Comércio, Agropecuária, Serviços, Finanças, Transportes, Saúde, Comunicação, Cooperativas, Turismo e o turismo rural high tech e ecológico, imagine o bem que não faria para a imagem do Brasil no mundo?!

 

Mas agronegócio é construção de cadeias produtivas. As 10 Confederações precisam dialogar e planejar juntas, como nos estados e nos municípios com as associações comerciais, industriais de serviços. Agropecuária ao lado de clubes de serviços.

 

O 4º Poder, ou melhor, o novo Poder 4.0, da Sociedade Civil Organizada, articulada e conectada em fluxos de informação e estratégicos entre si.

 

Bom voto. E acima de tudo, bem-vindos todos ao novo mundo. O agronegócio e a agrossociedade com o Observatório Social do Brasil e a integração das cadeias empreendedoras e cooperativistas produtivas.