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Arysta, adquirida pela UPL, é uma “design innovation thinking“

Arysta, adquirida pela UPL, é uma “design innovation thinking“
Imagem: http://fusoesaquisicoes.blogspot.com/

Uma discussão incrível acontece no agronegócio envolvendo os agrotóxicos

Os radicais se espetam e se mordem. De um lado, gritam: “Lá estão os envenenadores, não queremos mais comer veneno!”, do outro lado, os que são chamados de “naives“, tolos, ou mal intencionados ideológicos, de uma ignorância abissal perante a realidade, ficam brigando, uns contra os outros. Maniqueísmo inútil e insensato.

Em meio a isso tudo, aparecem soluções radicais e absolutas que dizem: “Coma orgânicos, pois não têm veneno e representa segurança total”, e a ciência diz: “…depende…”.

Orgânico poderá ser seguro dependendo de quem o produzir e de como será produzido. Acho ótimo o orgânico, dependendo de quem faz e de como é feito, e aí estão também defensivos biológicos a seu serviço.

Mas, em meio a essa dialética (como assim foi concebida) entre tese venenosa, de um lado a antítese anti venenosa e do outro surge a síntese, uma nova síntese.

Pude ver e apreciar um canteiro de testes com um conceito novo chamado de Saúde Vegetal numa estação de pesquisa na cidade de Cesário Lange, no interior de São Paulo, com uma proposta batizada de Pronutiva, que oferece uma terceira via em meio a essa discussão na proteção contra pragas e doenças das plantas.

A nova síntese envolve biossoluções e inclui também biodefensivos com micronutrientes, que significa fortalecer a planta desde a semente, passando pelo seu envigoramento (quando forma raízes) e inicia o crescimento.

Vi também bananeiras com caules mais fortes, novas plantas mais bem nascidas, morangos mais bonitos e saudáveis, hortaliças com aspectos visuais impressionantes em relação às bem tratadas e nutridas e as demais que eram convencionais.

Os técnicos da Arysta já iniciaram um acordo com a Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz – ESALQ para passar a avaliar a diferença nutricional de um vegetal assim produzido versus o outro, e essa revelação eu aguardo ansiosamente, pois agronegócio será cada vez mais sinônimo de saúde.

Imagem: http://fusoesaquisicoes.blogspot.com/

As inovações e o novo design surgem enquanto se briga e se discute na velha lei da dialética, e a presença da rastreabilidade, com a tecnologia Paripassu, outra bandeira dessa nova síntese.

Da tese dos agrotóxicos, para sua antítese de não agrotóxicos, alguém vai lá adiante, revê todo esse processo e cria um modelo novo de segurança e de saúde vegetal, uma legítima organização “design innovation thinking” no setor de proteção de culturas.

 

Parabéns aos pesquisadores dessa proposta Pronutiva. A diferença entre a essência e a aparência está na ciência e na criatividade de genuínos pesquisadores e líderes dirigentes com suas equipes.

É hora de olhar para a saúde vegetal que é um novo conceito científico e essencial. Dá trabalho, mas aí está… existe e é real, e isso sim vai ao futuro!

 

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