Crise do frango um grande incômodo

E lá vamos nós para mais uma crise da carne, agora do frango.

 

frango assado

Algo chama atenção, a crise ocorre na indústria, no frigorífico, e quem cuida da bronca é o ministro da agricultura Blairo Maggi.

Enquanto Marcos Jorge de lima, o ministro da indústria e comércio não aparece.

 

Então o avicultor vai pagar o pato, ou melhor a salmonela do frango.

Não podemos alegar que a concorrência internacional nos quer mal, pois claro, óbvio, a concorrência nos odeia e sim, nos quer mal.

Mas vale a questão se o maior traidor ou concorrente não está aqui do lado de dentro, na gestão, e no não cumprimento dos exigentes rigores para ter um mercado como o europeu.

Que, claro não nos quer bem, pois aprendemos a produzir com qualidade e custo imbatíveis, mas, precisa ser olímpico, perfeito, impecável.

Assim para sempre será.
Cabe às organizações da sociedade civil organizada desenvolverem auto regulamentação, código de ética, auto vigilância e fiscalização.

Pois um, apenas um que não segue os padrões de conformidade estabelecidas, destrói a todos os outros que fazem corretamente.

Agora na BRF chamaram Pedro Parente para presidir o conselho.

Saímos do Sul e vamos para a Amazônia, estou no Estado do Pará, existe um Pará ilegal.

Com mais registros de terras do que terras físicas para entregar, e a insegurança jurídica gera um lado do Pará ilegal.

Mas tem um novo Para, cooperativas e empresas que trabalham dentro do mais alto rigor da lei.

A logística vai pelo Pará, e o meio ambiente é uma das maiores preocupações do paraense, a pecuária, o cacau hoje maior no Para do que na Bahia, frutas, e a palma, o dendê, onde a melhor do mundo hoje está no Pará.

O futuro do agronegócio brasileiro será do tamanho da inteligência dos seus líderes em serem éticos, sustentáveis, e agirem 100% dentro da lei.

A legalidade e a conformidade com os clientes e consumidores finais, e a justiça e relações corretas de cada cadeia produtiva é o segredo desse nosso futuro.

Na Amazônia brasileira, precisamos da lei, da vitória de um PARÁ LEGAL, acima do ilegal.

No agro como um todo, e no caso do frango, que entra numa nova crise, precisamos da responsabilidade dos líderes da cadeia produtiva.

Cabe a quem comanda a cadeia, zelar por ela e a representar como ninguém.

Que os avicultores brasileiros não paguem mais esse pato a culpa não é deles.

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