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Eleitores precisam considerar candidatos que tenham projetos para o agronegócio

Eleitores precisam considerar candidatos que tenham projetos para o agronegócio

No Congresso Brasileiro do Agronegócio 2018 da ABAG e B3 que aconteceu nesta semana (6) em São Paulo, um dos temas mais tratados foi o nível de insegurança e incertezas que assolam o Brasil.

A atenção voltada ao agronegócio está muito maior do que nas eleições do passado. Mostrou-se uma consciência da dimensão econômica, fundamental pro agro, para pagar as contas de um governo com rombos gigantescos, onde não deverá sobrar dinheiro para investimento.

 

Um plano de estado para o agronegócio e para toda a sociedade brasileira foi coordenado pelo ex-Ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, hoje titular da Cátedra Luiz de Queiróz de Sistemas Agropecuários Integrados, da Esalq/USP e Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV-EESP.

A proposta desse plano é ser um trabalho que envolva toda a sociedade brasileira, e como Roberto Rodrigues ressaltou:

“O mundo é urbano, não haveriam máquinas sem o lado urbano, não teríamos os computadores na agropecuária se não fosse o urbano, não processaríamos nem transportaríamos nada se não fosse o urbano”.

Então, uma das filosofias do trabalho está em encerrar essa discussão entre cidade e rural, tudo se transformou numa coisa só.

Dessa forma, o voto, a consciência do eleitor de um país urbano precisa considerar candidatos que tenham projetos claros para o agronegócio. Nesse sentido, não iremos à frente sem infraestrutura, mantendo o mesmo nível de estradas de ferro no país, de 50 anos atrás, sem 1 quilômetro a mais, e ainda estradas como a BR 163, com trechos sem asfalto, para tortura dos caminhoneiros brasileiros.

Pressionar e cobrar governantes foi a palavra de ordem desse 17° Congresso Brasileiro do Agronegócio.

Ainda insisto e jamais irei parar de falar: ninguém governará o Brasil sem organizar a sua Sociedade Civil. Agronegócio é cadeia produtiva comandada e liderada desde o gene da genética até o meme, o padrão educador cultural do cidadão, o consumidor final. O Brasil que coopera, supera.

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