Os temas debatidos no 2° dia do 3° Congresso das Mulheres do Agro

Nos dias 23 e 24 de outubro aconteceu o 3° Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, com o apoio da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) no Transamerica Expocenter, em São Paulo. Foram dois dias de imersão, apresentação de estudos de casos com inovação e gestão, além de muita convivência para progredir. Participaram cerca de 1.500 mulheres.

No 2° dia do Congresso, Denise Campos de Toledo, jornalista de economia da Jovem Pan coordenou um painel com as especialistas Zeina Latif, Economista Chefe da XP Investimentos, com o tema dos compromissos da sociedade civil organizada.

Tatiana Gil Gomes, Economista do Banco Alfa, que abordou os desafios da economia no próximo mandato. Cristina Mendonça de Barros tratou do cenário da diversidade política versus sociedade civil organizada.

O Presidente do Bradesco, Otávio de Lazari Junuir comentou o engajamento feminino no agronegócio.

As incertezas estão predominantes, e as reformas serão fundamentais e vitais. “Ninguém gosta de reformar o que é seu”, salientou Zeina Latif.

Mas sem as reformas não haverá possibilidade de crescimento, e estamos atrasados.

Cristina Mendonça de Barros fez uma convocação importantíssima para que as mulheres atuem e participem mais ativamente de suas entidades, associações e sindicatos, pois precisaremos muito dessa responsabilidade, independentemente do poder público.

O Congresso trouxe ainda o Diretor Executivo da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Márcio Milan, Que coordenou outra arena, falando do cenário do futuro sob o ponto de vista sociológico; as relações estratégicas e a sociedade do futuro.

Sara Theurich, alemã radicada no Brasil e Associada para a América Latina da GeoEconomia traçou uma visão extraordinária de todos os aspectos que impactarão o alimento nos próximos 20 anos, inclusive o aquecimento global.

O mundo vai precisar de alimento bom, em quantidade e qualidade, mas precisará ser barato, acessível, e isso exigirá a agroindustrialização.

A indústria do alimento tem uma perspectiva imensa nesse futuro pleno de desafios, Assim como o desperdício, que será a outra batalha.

Como será o agro do futuro? Será uma bioeconomia? Água e carbono as chaves? Saúde humana será tudo.

O agronegócio virou sinônimo de saúde humana.

Enquanto ouvimos uma aula de bullying horroroso nas propagandas políticas do país, continua o movimento silencioso da evolução. A evolução é o presente como resultado do futuro, e o mundo não pára pra nos esperar.

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