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Rádio: a mídia que mais cresce no agronegócio

Rádio: a mídia que mais cresce no agronegócio
Dr. José Luiz Tejon, Especialista em agronegócio e apresentador do programa A Hora do Agronegócio - Via Jovem Pan

O Grupo de Líderes Empresariais (LIDE) reuniu nos dias 21 e 22 de setembro, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo, líderes do agronegócio.

As principais conclusões foram sintetizadas num documento chamado de Legado do Fórum LIDE de Agronegócios.

O relator do legado foi o ex-Ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, e quero destacar como uma conclusão das mais importantes deste evento a consciência das lideranças do agro brasileiro a respeito da comunicação.

O legado é marcante e enfatiza investir em comunicação no sentido de educar a população sobre verdades e fatos.

Dr. José Luiz Tejon, Especialista em Agronegócio e apresentador do programa A Hora do Agronegócio – Via Jovem Pan

Vivemos uma autêntica guerra de comunicação, uma batalha pelas percepções dos consumidores, um tsunami de Fake News e constatamos que a ciência para predominar precisará de muita comunicação educadora e permanente.

Wilson Mello, Presidente do Conselho da Associação Brasileira da Indústria da Alimentação (ABIA) disse que os ataques aos alimentos da indústria podem significar prejuízos de bilhões e desemprego se prevalecerem.

Para isso, um termo foi inventado, “ultraprocessados”, e a mesma agressividade com que os cigarros foram tratados no consumo organizações propõem que sejam utilizadas nos alimentos como triângulos nos rótulos.

Wilson Mello afirma que a indústria é lenta nas respostas, enquanto os detratores atuam em alta velocidade e sensibilizam a população com inverdades e generalizações manipuladoras.

O documento do legado aposta num Brasil campeão mundial da segurança alimentar, pois temos tecnologia tropical sustentável, terras e gente competente no agro ao longo de todas as suas cadeias produtivas.

Significa produzir 40% a mais nos próximos 10 anos.

Este legado aborda e assevera sobre ser fundamental a articulação público-privada, a integração de governo com a sociedade empreendedora, o aporte da tecnologia disruptiva (agricultura 4.0), educação e formação de talentos.

E sem dúvida, uma forte política de compliance na luta contra erros, desperdícios e na segurança dos alimentos, tanto por parte do Ministério da Agricultura e órgãos do governo, quanto pelas empresas envolvidas na produção de alimentos.

A Rede Jovem Pan foi parceira desse evento, e ressaltamos o crescimento da mídia na rádio no agronegócio como a que mais cresceu na audiência dos produtores rurais do Brasil, conforme constata a Pesquisa de Hábitos de Mídia da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA).

Hora e vez da voz do rádio na educação e comunicação do agro, tanto para o campo quanto para a cidade.

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