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Complicado. São Paulo 2 x 0 Talleres.

Os times brasileiros quando jogam contra os argentinos, seja quais forem os brasileiros, seja quais forem os argentinos, costumam bobear como Pablo, aos 17 minutos, deixando o cotovelo no rival. Querem ser mais homens quando precisam apenas mais jogadores.

Como foi o São Paulo tricampeão da América. Jogando bola. Na bola. Criando mais chances do que o Tricolor em Córdoba. Foram quatro em 90 minutos. As quatro em lances de bola parada. Duas delas em arremessos laterais de Reinaldo. Três no primeiro tempo em que o Talleres só teve um tiro longo à esquerda de Volpi.

Com Nene e Everton abertos e Pablo centralizado, o São Paulo atuou no 4-3-3. Hudson (bem) e Hernanes (discreto) pelos lados, Jucilei na cabeça da área. Criou mais chance. E tinha o jogo controlado até o golaço de Ramirez, aos 16 da segunda etapa, num belo chute de fora da área entre três tricolores. Aquele tiro que só um time instável e em fase difícil sofre. Como seria o segundo no final do jogo. Quando Willian Farias e o desgastado Jucilei assistiram à bela tabela que deu no gol. Foram apenas três chances do Talleres. Suficientes para deixar o São Paulo numa situação delicada. E Jardine, enquanto escrevo, mais ainda.