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Bicicletas compartilhadas ganham cada vez mais adeptos nas grandes cidades

Bicicletas compartilhadas ganham cada vez mais adeptos nas grandes cidades

As bicicletas estão nas nossas vidas há muito tempo. Em alguns lugares, bem inseridas no contexto da mobilidade urbana. Em outros, vistas apenas como objeto de lazer. Esta mentalidade, no entanto, começa a mudar com a inserção de tecnologias e modelos de negócios que permitem o compartilhamento de uma mesma magrela por dezenas de pessoas em um mesmo dia.

Em São Paulo, por exemplo, em 2018, as bicicletas deixaram de lado a presença silenciosa e começaram a fazer barulho, mostrando a importância como complemento para outros modais de transporte. Trajetos curtos entre o Metrô e o trabalho, por exemplo, têm sido superados facilmente de bicicleta e não mais a pé.

Recebi para um bate-papo Tomás Martins, CEO da Tembici, empresa responsável pelas bicicletas laranja espalhadas pela capital paulista. Segundo ele, a cultura unimodal de deslocamento está mudando aos poucos e as pessoas conseguem a ver vantagem na integração de modais para os deslocamentos do cotidiano.

Ao longo do ano passado, dois eventos que interferiram na rotina das pessoas mostraram a importância da integração entre meios de transporte: a greve dos caminhoneiros e a queda do viaduto na Marginal Pinheiros, em São Paulo. Martins revela que, no período agudo da greve, houve crescimento de mais de 50% na utilização do sistema de compartilhamento de bicicletas. Com um dado importante: os novos usuários continuaram usando as bicicletas em seus deslocamentos mesmo após o encerramento da greve.

Confira a entrevista completa:

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