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“Não quero o cara para ser meu genro…”

“Não quero o cara para ser meu genro…”

 

Você já sabe que o Corinthians após protestos de torcedores nas redes sociais, desistiu da contratação de Juninho, que vinha do Sport.
“Juninho, de 19 anos, tem um histórico de problemas disciplinares, além do envolvimento em um caso de polícia. Ele foi detido em outubro de 2017 por agressão a uma ex-namorada, com a qual esteve por cinco meses…” (UOL)
Advogados do jogador prometem processar o Corinthians ” por ter desorganizado a vida do Juninho…” .
Claro, isso vai gerar muitos capítulos na justiça.
A decisão do Corinthians – outros clubes já fizeram o mesmo – reforça uma realidade : o comportamento “fora do campo” impede contratações, promove rescisões e não renovações contratuais…
Você já deve ter ouvido que ” não me importa o que ele faz fora do clube, não quero o cara para ser meu genro…” .
No passado,no futebol, era mais ou menos isso mesmo.
Hoje, as coisas mudaram.
É o fulano, do Corinthians…
É o beltrano, do São Paulo…
É o sicrano , do Palmeiras…
É jogador, do Santos…
Pesam as reações dos torcedores, dos conselheiros, dos patrocinadores , movimentos sociais e por aí vai…
Alguns acham que isso não passa de hipocrisia.
Outros consideram uma maneira de ” não permitir que essa pessoa arranhe a imagem do clube por estar vinculado a ela…” .
Há tambem aqueles que defendem uma justa gradação da pena , considerados os antecedentes e personalidade do condenado ou acusado…
Dirigir sem CNH , flagrado pelo bafômetro , agredir a namorada e tantos outros exemplos não podem ter a mesma punição, reação ou rejeição, reafirmam os advogados.
Está cada vez mais nítido que antes de contratar jogadores muitos clubes vão adotar uma pesquisa para conhecer melhor “como ele é fora de campo…” .O Corinthians não levou em conta “os novos tempos” antes de trazer Juninho e depois rejeita-lo…

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