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ESPORTE talvez melhore sendo Secretaria

ESPORTE talvez melhore sendo Secretaria

Esporte não será prioridade, diz atual ministro.

O preocupado ministro deveria dizer que nunca foi…

A entrevista foi feita pelos repórteres Diogo Garcia, João Gabriel e Sérgio Rangel (Folha).

O ministro é Leandro Cruz, ex-assessor do “esportista” Leonardo Picciani.

Picciani tentou a reeleição como deputado federal do RJ e não conseguiu.

O governo Bolsonaro acena que o Esporte deve ser uma secretaria dentro do Ministério da Educação.

Educação e Esporte não são como água e óleo …que não se misturam.

O ministro diz que com essa decisão deverá ocorrer redução do orçamento.

O Esporte sempre foi o “primo pobre” na hora da distribuição de verbas.

Ele e os ministros que passaram por lá nunca conseguiram um valor considerado “confortável”.

Afirma que a prestação de contas sempre foi um problema para o Ministério do Esporte e que continua com quase 1700 análises atrasadas e que só serão regularizadas em três anos. Tem alguma coisa errada…

A reportagem diz que cerca de 1 bilhão de investimentos esportivos ainda não foi devidamente analisado. E vai deixar a “bomba” para quem assumir…

Registra, tambem, que nos últimos anos o orçamento do ministério vem diminuindo. Diante disso, de nada tem adiantado o “status” de Ministro, né ?

O ministro diz que a diminuição de pessoal vai prejudicar a detecção de fraudes e no combate à corrupção em convênios fechados pelo Esporte.  Todos sabemos que esse trabalho requer qualidade e não quantidade.

Quem acompanha o esporte,  sabe que o sucesso em competições importantes deve ser creditado quase inteiramente aos atletas e treinadores.  E não podemos esquecer que alguns clubes no Brasil investem e cuidam de várias modalidades muito melhor do que as confederações e o Ministério do Esporte.

Lamenta que o Ministério vai perder protagonismo na Esplanada. Tenta vitimizar o Esporte.

Entendo que uma secretaria bem administrada, com funcionários comprometidos ( e muitos estão no ministério e descontentes com a politicagem interna) , ouvindo e avaliando as ideias sugeridas pode fazer um trabalho muito mais eficiente do que foi feito até hoje.

O Ministério Extraordinário do Esporte foi criado em 1995 e Pelé assumiu. Acabou em 1998.

De 1999/2002 foi Ministério do Esporte e Turismo e passaram Rafael Greca(político) , Carlos Melles(político) e Caio de Carvalho(executivo).

O Ministério do Esporte veio em 2003 com Agnelo Queiroz , político que esteve preso acusado de facilitar negociações nas obra do Estádio Mané Garrincha, para a Copa do Mundo de 2014.

Queiroz foi substituido por Orlando Silva, político que saiu do cargo em 2011 para poder se defender das denúncias da época.

Aldo Rebelo assumiu depois de Silva.

Quando Rebelo saiu em 2015 entrou o político George Hilton.

Hilton saiu assumiu Ricardo Leyser por apenas 45 dias.

Aí foi a vez de Leonardo Picciani até abril deste ano.

Talvez, como secretaria o Esporte tenha melhores dias.

Mas, pode ser que o presidente eleito , mais uma vez, volte atrás e esqueça essa promessa.

A conferir…

 

 

 

 

 

 

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